Talvez a luz .Talvez a rouquidão. Talvez a boca entreaberta. Mas definitivamente, paixão. Não é jogo de áses maiores, nem é música valsada. É encanto puro e derretido. É entranha. É completo. É samba e suor. Ele é amarelo, é marrom. E sei que esse pêndulo não está em tempo de parar. É relógio que não marca as horas. O tempo nos respeita, e nós respeitamos o tempo. Não tem plano, não tem regra, não se explica, não se conta, não se define. Mesmo que se pudesse tudo isso, eu continuaria não fazendo. Não sou eu, não é ele, nem somos nós. É por si só. E todas as vezes que parti, o fiz leve. Não foi pesado, mas também não saciado.