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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

À parte da poética

Andei procurando os porquês. Andei questionando meu passado. Encontrei diversas respostas, mas aumentei ainda mais o número de dúvidas. Nunca fui de olhar pra trás. Nunca fui de me arrepender. É só que para enfim acertar preciso peneirar minha história. - Aquela coisa de separar o joio do trigo. - É um trabalho cansativo, nostálgico, doloroso, pesado. Me pesa nas idéias, na mente, nas costas, nas verdades, no coração. Se é assim, realmente necessário, só saberei quando concluir o processo. Mas, concluir o quê? Acertar em quê? Não faço, sinceramente, a menor ideia. Sinto apenas que preciso, dessa introspecção, dessa meditação, desse silêncio e quase talvez de alguma lágrima. Estou precisada de calma, paz, serenidade, mar. Preciso deixar o mar me engolir. Preciso me revolver em sua maré raivosa, em sua ressaca dominical. Para enfim acabar com esses tormentos silenciosos que avassalam o meu âmago, e cansam o meu pensar. Preciso ser jogada à areia como peso morto, sem valor. Como flor pra Iemanjá. Preciso me despetalar, desabrochar. Preciso acordar ao sol, fadigada de mormaço. Preciso despertar ideias, soluções. Preciso disso tudo, nisso tudo, achar a palavra que me falta pra acabar com essa história.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Ontem eu me senti...

GIGANTE!




terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Revelação do Amigo Secreto

Ela daria muito mais de si que dez réis por mel coado. Daria afeto redobrado pra quem garantisse a retaguarda. Valsaria qualquer melodia com um vestido desgastado só pra sair da rotina do engomado. Tudo porque sua juventude permanece tenra mesmo ao fim do verão. Sua simplicidade se concretiza quando na primavera quer apenas ser por si só. Ao mesmo tempo em que sozinha não quer nada. Para encontrar-se ela se perde. Para perder-se ela se encontra. Às vezes senta, às vezes levanta, às vezes corre, às vezes pára. E então espera os outros, espera dos outros. Nunca perde a fala, mas também às vezes cala. Ela sintetiza ao mesmo tempo que prolixa. Ela positiva qualquer verbo, capaz até de verbear vontade. Quer e cresce ao querer. Vai e volta ao viver. De mel melado não tem nada. Ela é mel difícil de achar. Procure nas árvores, procure nos pássaros, procure nos peixes. Nunca encontrará. Ela estará na terra, no céu e no mar. Estará com você se não cansar de procurar.

À Melissa Brienda Sliominas, minha amiga secreta.
Feliz Natal!

Revelação do Amigo Secreto do Blogueiro Secreto

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Uma palavra:

INTERUNESP

(Aglutinada, mas uma palavra...)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Uhuuu

Cidadã instigada! É fato! Que fato? Qual fato? Que falta de tato!!!!!!!

Leveza, leve-se, eleve-se!

Que nada! Tudo isso é BABOSEIRA...
Não há certezas, nada me pertence mais...

Talvez em algum momento eu me livre desses pensamentos.
E me sinta começando, e renascendo, solitária. Tendo em vista o novo momento.

Mas eu abri, abri as portas. Deixei tudo entrar.
Levem o que quiserem!!!











CIDADÃO INSTIGADO
Claro...

domingo, 4 de julho de 2010

FÉRIAS

E nem acredito ser esse o título do post. Nada poético, mas tão libertador!
Viva as melhores amigas por perto, viva o ócio improdutivo, viva as melhores amigas do colégio, viva a cidade plana, viva o mar e o inverno juntos, viva a casinha dos pais, viva o almoço pronto, viva a cidade nóia que tanto faz falta, viva a ciclovia, viva aos bons bares, viva ao apartamento a duas quadras da praia, viva ao conhecido, viva viva!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nunca...

...hesitei tanto para, por fim, deixar de fazer.

SACO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Sinestesia é para os fracos

Pra que tanta sinestesia? Bastam-me os cheiros, e as cores, e os paladares separadamente. Abandonei esse vício poético de aromas coloridos ou palatais. Do pão me é suficiente o pão por si só, e findo a discussão.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Circus - Britney Spears

Revoltada com a tradução da música: Circus - Britney Spears. Mas ela é como uma palhaça mesmo... Uma coisa é auto-estima a outra é prepotência. A segunda eu odeio. Sei lá, só me revoltei! RS.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Mas viu

Cansei de achar que desabafo é poesia...