
É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Rêve
Ando tendo uns sonhos muito estranhos, e umas preguiças enormes de colocar poemas aqui. AZAR! Faço o que eu quiser, na hora que eu quiser, onde eu quiser, com quem eu quiser. (Tá, isso não tem muito a ver com os poemas não colocados, mas enfim). Estou sem pressa, muito calma mesmo, mas sem paciência alguma, e muito muito muito afim de passar na faculdade. E essa é a última vez que eu falo isso esse ano, já que segunda-feira começam as inscrições pra Fuvest. Daí as coisas ficarão TENSAS. Mas enquanto isso eu fico me divertindo com as peripécias da minha vida.
Fiquei pensando em palavras estranhas com p:
peripécias, periculosidades, petiz, perclórico, pederasta, prosápia, proletário, pétilin.
Tudo muito estranho...
Fiquei pensando em palavras estranhas com p:
peripécias, periculosidades, petiz, perclórico, pederasta, prosápia, proletário, pétilin.
Tudo muito estranho...
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Ônibus rosa
Você já passou 48 horas num montanha russa? Pois é, eu já. Fui levada aos extremos de todas as emoções que outrora senti em um único e intenso fim de semana. Em saber que ao fim, todas essas emoções foram levadas para longe num estúpido ônibus rosa. Ônibus... A partir de hoje, tenho raiva de todos eles. Tudo neles machuca. Me doeu voltar pra casa, foi amargo. Tudo tinha gosto amargo. Os sons, o banco, as pessoas, o saculejo, o barulho. O barulho que me faz lembrar quem uma vez partiu em um deles. E agora eu espero que outro ônibus me traga de volta o que hoje um estúpido ônibus rosa me levou...
sábado, 26 de julho de 2008
Eu hem
sempre quis postar quando tivesse um pocuo amais. pra depois ler e ver se escrevi mt errado. peloq eu to tnetando enxerrgar acho que nao. o dia tá legal, e vai ficar mais ainda. tudobem que vuo tre que dar mooooooooool role. mas enfim.
DIVERSÃOOOO POUUUUUUUCAAAAA ÉÉÉ BOBAAAAAAAAAGEEEEM!
DIVERSÃOOOO POUUUUUUUCAAAAA ÉÉÉ BOBAAAAAAAAAGEEEEM!
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Outros nomes
Eu inventei outro nome. Talvez pela vontade de querer fugir de mim, de querer mudar. Ah, eu sempre tento mudar. Mas no fim, não me deixo mudar. Querer, tentar, deixar. Inventei uma nova pessoa, com outro nome, outra idade, mas os mesmo gostos, e todos os mesmos e amargos pensamentos. Sempre amargos, mas nunca pessimistas. Não sou, nem serei pessimista. O mundo não conspira contra mim. Não sou vítima. Mas sou culpada, e adoro ser a culpada. E acho graça. Acho graça disso e de todo o resto da vida. Acho graça em aflorar em mim esse lado ultra-romântico por causa de um filme. Não sou Camila, nem Poliana, mas sou Pétilin e tenho muito mais orgulho. E assistam 'Nome Próprio'.
"E se não gostou, pare de ler."
E é aqui que me perco e já não sei o que pensar. Quando tiro meu sapato, fecho a porta, e não deixo ninguém entrar. É nesse meu mundo que ninguém pode entrar. É um outro nome, uma mesma cara, e toda aquela velha história, ou uma nova história. São paradoxos, opostos e complementares. Se fundem em mim os pensamentos que vejo jogados no ar pelos outros. Tão pseudo-recicláveis. E ninguém os enxerga. Sou confusa, mas não peço que entendam. Só peço que não sumam.
Tudo isso é pra ninguém, pra todo mundo, e principalmente só pra mim.
"E se não gostou, pare de ler."
E é aqui que me perco e já não sei o que pensar. Quando tiro meu sapato, fecho a porta, e não deixo ninguém entrar. É nesse meu mundo que ninguém pode entrar. É um outro nome, uma mesma cara, e toda aquela velha história, ou uma nova história. São paradoxos, opostos e complementares. Se fundem em mim os pensamentos que vejo jogados no ar pelos outros. Tão pseudo-recicláveis. E ninguém os enxerga. Sou confusa, mas não peço que entendam. Só peço que não sumam.
Tudo isso é pra ninguém, pra todo mundo, e principalmente só pra mim.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Os outros...
Ai os outros... Erram conosco, e é conosco que os outros ficam bravos. Vai entender... 2004. Muito criança...
Sol
Ah Sol,
Que inveja eu tenho de ti!
Já que tu é que podes
Acordar o meu amado,
E iluminar-lhe a vida.
Tu que podes esquenta-lo
Sem nem dar um abraço.
E és tu que deixas saudade
Nas frias tardes de inverno.
Quem me dera ser o Sol,
Que cada dia nasce
Mais brilhante
E ilumina a face mais bela.
Até quando tu te escondes
E deixa a vista pequenos raios
Tua beleza é inquestionável.
Sol
Ah Sol,
Que inveja eu tenho de ti!
Já que tu é que podes
Acordar o meu amado,
E iluminar-lhe a vida.
Tu que podes esquenta-lo
Sem nem dar um abraço.
E és tu que deixas saudade
Nas frias tardes de inverno.
Quem me dera ser o Sol,
Que cada dia nasce
Mais brilhante
E ilumina a face mais bela.
Até quando tu te escondes
E deixa a vista pequenos raios
Tua beleza é inquestionável.
sábado, 19 de julho de 2008
Tarde da noite
Tenho quase certeza que nunca postei tão tarde. Disse QUASE certeza, porque vai saber né. Nossa, dia agitado que foi quinta-feira... Tão agitado que não fiz nada hoje. (Ham, quem liga pra isso?)
(...)
Tá, vamos às filosofias. Tava pensando que é engraçado o quanto as pessoas não vivem sem problemas. É verdade, você passa a sua vida resolvendo problemas. Às vezes, só pra amenizar, as pessoas chamam problemas de outras coisas: conflitos, assuntos pendentes, compromissos, ou qualquer outra basbaquice que soe mais fácil de se resolver. Só que a maioria, além de se prender a todos esses problemas, ainda tem vontade de dificultá-los. Me falta entender o porquê disso... Chega de viajar. Sei lá o ano...
Passado
Eu me olhava no espelho
e meu reflexo dizia que eu não era mais a mesma.
As histórias acumuladas me fizeram mudar.
Pra pior, foi o que me disseram.
Eu que procurei saber, mas não devia.
Acho que saber o que você se tornou
influencia ainda mais no que você ainda irá se tornar.
Os abraços não são os mesmos
e é mentira querer insistir dizendo que são.
Mas terminar essa história não é a melhor saída.
(...)
Tá, vamos às filosofias. Tava pensando que é engraçado o quanto as pessoas não vivem sem problemas. É verdade, você passa a sua vida resolvendo problemas. Às vezes, só pra amenizar, as pessoas chamam problemas de outras coisas: conflitos, assuntos pendentes, compromissos, ou qualquer outra basbaquice que soe mais fácil de se resolver. Só que a maioria, além de se prender a todos esses problemas, ainda tem vontade de dificultá-los. Me falta entender o porquê disso... Chega de viajar. Sei lá o ano...
Passado
Eu me olhava no espelho
e meu reflexo dizia que eu não era mais a mesma.
As histórias acumuladas me fizeram mudar.
Pra pior, foi o que me disseram.
Eu que procurei saber, mas não devia.
Acho que saber o que você se tornou
influencia ainda mais no que você ainda irá se tornar.
Os abraços não são os mesmos
e é mentira querer insistir dizendo que são.
Mas terminar essa história não é a melhor saída.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Blablablá!
Toda hora venho aqui com perguntas. Mas por que raios as pessoas têm mania de querer magoar as outras? Maniazinha infernal essa... Uma coisa é você querer ser só você mesmo e isso incomodar alguém, outra coisa é você se forçar a ser alguma coisa. *sem.paciência*
Em contra partida essas coisas revoltantes dos outros me encontro muito bem, obrigada. Vou largar aí um poema qualquer de 2007, e vou me colocar a ler os livros pro vestibular.
Au revoir. (Ao estilo mais FakeFrench (ah ééé LE TRIGRE!) ever). (?) - NÃO PERGUNTE.
Larguei...
Os vícios, os abismos, os medos.
E a vergonha.
Vergonha essa que me impedia de ter boas lembranças...
E que até hoje me faziam rir sem graça.
E o que me sobra?
As palavras, os gritos, as risadas.
Os sons que me ensurdeciam e que tanto me enchiam de prazer.
Do calor que gerávamos nos dias mais frígidos do ano.
Tão atuais, tão presentes, tão cegamente necessários.
Que me fazem trocar em miúdos cada segundo
Cada olhar, cada nossa sensação.
Em contra partida essas coisas revoltantes dos outros me encontro muito bem, obrigada. Vou largar aí um poema qualquer de 2007, e vou me colocar a ler os livros pro vestibular.
Au revoir. (Ao estilo mais FakeFrench (ah ééé LE TRIGRE!) ever). (?) - NÃO PERGUNTE.
Larguei...
Os vícios, os abismos, os medos.
E a vergonha.
Vergonha essa que me impedia de ter boas lembranças...
E que até hoje me faziam rir sem graça.
E o que me sobra?
As palavras, os gritos, as risadas.
Os sons que me ensurdeciam e que tanto me enchiam de prazer.
Do calor que gerávamos nos dias mais frígidos do ano.
Tão atuais, tão presentes, tão cegamente necessários.
Que me fazem trocar em miúdos cada segundo
Cada olhar, cada nossa sensação.
domingo, 13 de julho de 2008
Domingo pé de cachimbo
Nossa, desenterrei minha vontade de ouvir Red Hot Chili Peppers. (...) Sabe quando passa um dia e você sente que aprendeu muita coisa sobre si mesmo, mais coisa do que poderia ter aprendido em uma semana ou em um mês? Pois é... Tava precisando parar pra pensar de novo. Enfim...
Feliz, feliz, feliz. :)
- 2006
Torpor
Só conto com a nuvem distorcida
das impressões mal traduzidas
para entender o que se passa.
Porém nem tudo que parece é.
A maior parte das pessoas,
passa a vida sem descobrir
quem gosta delas e quem não gosta...
Mas sei que eu não tenho que
me preocupar com isso.
Feliz, feliz, feliz. :)
- 2006
Torpor
Só conto com a nuvem distorcida
das impressões mal traduzidas
para entender o que se passa.
Porém nem tudo que parece é.
A maior parte das pessoas,
passa a vida sem descobrir
quem gosta delas e quem não gosta...
Mas sei que eu não tenho que
me preocupar com isso.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Barulho da Mente
Realmente é MUITO engraçado analisar as atitudes das pessoas. Todo mundo é muito extremo. E a maioria, querendo ou não, é muito calculista. Eu continuo me matando de rir com essa vida mundana. Ai ai... 2006 vai...
Tente se lembrar
Você pode tentar respirar calmamente
e dar os passos que quiser.
Mas será meu vento de lembranças
que o assustará, mesmo quando leve brisa.
E a dor do nosso adeus
retornará à sua mente e alma.
Você vai querer correr para longe,
mas meus abraços o farão voltar.
Porque se alguém,
além de mim e todo mundo,
puder aceitar a verdade,
você saberá a quem amar.
Tente se lembrar
Você pode tentar respirar calmamente
e dar os passos que quiser.
Mas será meu vento de lembranças
que o assustará, mesmo quando leve brisa.
E a dor do nosso adeus
retornará à sua mente e alma.
Você vai querer correr para longe,
mas meus abraços o farão voltar.
Porque se alguém,
além de mim e todo mundo,
puder aceitar a verdade,
você saberá a quem amar.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
PorPuraFilosofia
É incrível como as pessoas têm o dom de fingir que as outras pessoas são descartáveis nas próprias vidas por puro orgulho. De um dia pro outro fazem elas parecerem que nunca foram importantes. Fico tentando entender pra que criar tanta imagem sendo que você está se sentindo afetado. Às vezes fico me achando estranha demais por conseguir analisar essas situações friamente, mas acabo rindo de tudo isso. Seres humanos são cômicos. E queria conseguir mostrar isso pra todo mundo. Mas não, sou apenas uma dos que nunca foram importantes.
(...)
Blábláblá 2007
Vinte e dois
Não sentia mais os meus pés tocando o chão.
Fui levada à um nível de êxtase controlador
que eu não fazia a menor questão de contornar.
Como um brilho que ofusca minha visão
sorri para um mundo de dúvidas e oportunidades.
Corri para tentar atrasar o futuro e aproveitar o presente.
Quando percebi que o futuro é presente.
(...)
Blábláblá 2007
Vinte e dois
Não sentia mais os meus pés tocando o chão.
Fui levada à um nível de êxtase controlador
que eu não fazia a menor questão de contornar.
Como um brilho que ofusca minha visão
sorri para um mundo de dúvidas e oportunidades.
Corri para tentar atrasar o futuro e aproveitar o presente.
Quando percebi que o futuro é presente.
domingo, 6 de julho de 2008
17 anos e fugiu de casa...
Ê! Passou! Fim de semana bem agradável!
Sexta feira a noite com o povo do coc,
sábado a tarde meninas e a noite galera.
E pra completar um dominguinho de ensaio e bolha no dedo.
Enfim. Vou de 2008 agora...
"Não sei se caso ou se compro uma bicicleta"
Não acho resposta
E se eu me precipito e me jogo em um abismo?
Serei mesmo capaz de levar comigo toda uma linda e utópica história de alguém bem sucedido?
E se eu me prendo e me acorrento e me faço escrava de mim e dos meus pensamentos?
Não seria mais fácil apenas jogar tudo fora e receber do mundo uma bicicleta?
Com ela eu iria, ao menos, à um lugar novo.
Mas bastaria isso para eu ser feliz?
Ou seria melhor apenas me sentar e brincar de saber escrever,
e dizer ao mundo que exploda todas as suas bicicletas e os seus casamentos?
Já não me precipito.
Precipício.
Sexta feira a noite com o povo do coc,
sábado a tarde meninas e a noite galera.
E pra completar um dominguinho de ensaio e bolha no dedo.
Enfim. Vou de 2008 agora...
"Não sei se caso ou se compro uma bicicleta"
Não acho resposta
E se eu me precipito e me jogo em um abismo?
Serei mesmo capaz de levar comigo toda uma linda e utópica história de alguém bem sucedido?
E se eu me prendo e me acorrento e me faço escrava de mim e dos meus pensamentos?
Não seria mais fácil apenas jogar tudo fora e receber do mundo uma bicicleta?
Com ela eu iria, ao menos, à um lugar novo.
Mas bastaria isso para eu ser feliz?
Ou seria melhor apenas me sentar e brincar de saber escrever,
e dizer ao mundo que exploda todas as suas bicicletas e os seus casamentos?
Já não me precipito.
Precipício.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Fuga no carro
Ufa! Acabou-se a tensão pré-aniversário. Agora é só esperar sexta-feira à noite pra ir ao bar com o povo do cursinho e do colégio, e sábado à noite pra ir à outro bar com a galera e família. Diversão pouca é bobagem.
E de repente tô me sentindo inexplicavelmente feliz e tranquila. Mentira, massagens ajudam.
(...)
Tá, depois do meu aniversário isso aqui vai virar um blog mais poético.
since 2006.
Para uma viagem
Foi olhar pra trás,
e ver aquela estrada aumentar.
O que fez doer um pouco mais,
sonhar um pouco mais...
Fantasiar dias inteiros ao seu lado,
conforta a idéia de não te ter perto de mim.
Engraçado é fechar os olhos e imaginar o seu abraço.
Já não importa o que vai acontecer.
A minha verdade eu que faço.
E a nossa verdade, já não interessa a ninguém.
Hipocrisia tentarem explicar o verbo amar.
Sorte não ser apenas amor o que sinto hoje,
mas sim um sentimento que ainda não foi nomeado
por nenhum ser errante.
É único, constante, sem conjugação, sem derivação,
e sem posteriores.
Simples pelo ser.
E de repente tô me sentindo inexplicavelmente feliz e tranquila. Mentira, massagens ajudam.
(...)
Tá, depois do meu aniversário isso aqui vai virar um blog mais poético.
since 2006.
Para uma viagem
Foi olhar pra trás,
e ver aquela estrada aumentar.
O que fez doer um pouco mais,
sonhar um pouco mais...
Fantasiar dias inteiros ao seu lado,
conforta a idéia de não te ter perto de mim.
Engraçado é fechar os olhos e imaginar o seu abraço.
Já não importa o que vai acontecer.
A minha verdade eu que faço.
E a nossa verdade, já não interessa a ninguém.
Hipocrisia tentarem explicar o verbo amar.
Sorte não ser apenas amor o que sinto hoje,
mas sim um sentimento que ainda não foi nomeado
por nenhum ser errante.
É único, constante, sem conjugação, sem derivação,
e sem posteriores.
Simples pelo ser.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Eco
Blá, ainda acho um caos essa coisa de pré-aniversário. Mas, mesmo não sendo brasileira, eu não desisto nunca (RÁ!). Estou conciliando horários, amigos, lugares e dinheiro.
O pior é que não existem tais problemas, eu que os criei. Disse que tava com preguiça de criar problemas, mas foi um mal maior, enfim superado.
Tá, achei que iria usar este blog 'realmente bom' apenas para poemas, mas não resisto.
Enfim, 2007.
Que mar?
Morrerei afogado ante este amor devasso,
tal qual corrói, invade, ilude e frustra.
Mesmo que se despedace em dor,
direi adeus às infundadas culpas
de quem antes fora tão capaz, tão inquieto, e tão correto.
E me senti assim, incerto.
O pior é que não existem tais problemas, eu que os criei. Disse que tava com preguiça de criar problemas, mas foi um mal maior, enfim superado.
Tá, achei que iria usar este blog 'realmente bom' apenas para poemas, mas não resisto.
Enfim, 2007.
Que mar?
Morrerei afogado ante este amor devasso,
tal qual corrói, invade, ilude e frustra.
Mesmo que se despedace em dor,
direi adeus às infundadas culpas
de quem antes fora tão capaz, tão inquieto, e tão correto.
E me senti assim, incerto.
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