É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Mais do mesmo
Me sinto jogando flores transparentes para o alto e fico aqui olhando perdida, tentando achar as que reluzem translúcidas pelo raio solar que recebem. Queria ser uma flor transparente, queria ter um raio solar só pra mim. É como achar um lugar ao sol, pode ser por entre as folhas de uma árvore opaca... Mas penso quando o farfalhar floral vai acalmar novamente meu coração. Essas fases da vida são ciclos que me perco muito rápido. Me perco nos caminhos de 22 anos sem ascensão. Quais são os momentos da minha vida que eu gostaria que nunca tivessem acabado? A gente diz que não sabe listar simplesmente porque não quer gastar tempo achando os momentos em que o sol nos encontrou, por que a maior parte do tempo ele ficou retido na folha opaca que às vezes pra outra pessoa brilhava de uma forma especial... Hoje me peguei pensando que não faço mais nada em coletivo, num movimento. Será que isso é a materialização do meu egoísmo? Será que eu quero ser essa pessoa? Meu momento que eu não queria que acabasse, mas que devem sempre acabar, eram as construções do Teto... Mas da última vez nem isso me tocou de novo! É isso, NOVO. Tô precisando me reinventar, como sempre. SEMPRE. É de novo aquela sensação de 5 anos atrás, quando não sabia para que faculdade iria, para que cidade iria, que rumo eu seguiria. E depois de 5 anos as angústias que me pegam são as mesmas. Sempre querendo me metamorfosear, transformar em algo que eu nunca fui antes. E desses meus singelos 22 anos, tenho certeza que o período que mais cheguei perto de uma grande transformação foi aqui, em Presidente Prudente, com os amigos que viraram minha família... Acho que preciso silenciar, só isso... Digerir essa fase que se encerra, e encerrá-la ao melhor estilo!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Eu que...
Eu que te estudei. Que por deleite vivi horas ao teu nome. Eu que continuo sem que você me conheça, fico ao léu. Ao amargor que resta aos que esperam. Ao silêncio que todas as minhas palavras não foram capazes de preencher. Do tempo que gastei bebendo tua vida como minha, e querendo teu viver inteiro como nosso. Num frutífero amor que não há de florescer. Eu que caminhei em relvas antes descalça e agora dilacerada, desprevenida e mal-amada. Ah céus. Eu que fui mal-amada. De todo amor que te dei, fui assim recebida. Flor do campo desabrochada. Pairo no vão da sua e da minha existência, sem saber qual realmente me pertence. Agora que sou você, quem há de ser eu?
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Ai de mim
Ele sabe. Eu sei que sabe. E se não souber, é melhor eu fingir que sabe. É melhor pra mim. É mais seguro. Só pra manter o cuidado. E todas as vezes que eu quiser esvair de mim um sentimento preso, uma vontade solta e uma palavra louca, poderei ser livre. Livre pra devanear todos os quereres que me pertencem. Do meu pensamento só eu tenho certeza. Mas preciso deles fora de mim pra ter certeza que existem. E por isso escrevo. E por isso me dilacero lentamente todas as vezes. Porque eu o amo agora. E vou continuar amando. Porque o amo em paz. Mas todos os outros me são tormentas. E sou feita disso, calmarias e tormentas. Só não quero me afogar em nenhuma delas. Porque nos teus mares eu nado e me solto. Minha alma é também uma parte sua em mim agora. Mas o prazer, quando não compartilhado, é a minha parte egoísta que eu preciso ter.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Ele por mim
Ele é um sorriso perene que custei a memorizar o nome. Ele é sempre um conhecimento longínquo, na verdade como muitos outros, mas esse ele me encanta. Ele é aquele que não sabe de mim, e eu não me faço saber. Me delicio nas horas em que estamos juntos sem estar. Estamos juntos porque eu estou com ele, mas sei que nunca ao contrário. Ele que trilhou três dias por caminhos tortuosos foi parar no meu mesmo fim. E dele arranquei mais um sorriso perene, depois de um olhar assustado que foi dado em vão. Deleite foi passar mera hora com ele gastando meu sorriso abobalhado em troca de seu sorriso perene, mesmo sabendo que esses sorrisos nunca vão verdadeiramente se encontrar.
Palavra mágica:
desabafo,
divagações,
poema,
realidade poética,
sorriso
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Liberdade do eu
O meu mundo hoje nublou. Mas sei que era por respeito ao que eu sentia muito lá no fundo. Porque o meu mundo real, este, abriu o sol pela tarde, quando eu vi que amor rima com dor só quando eu quero a poesia melancólica. Porque o meu amor de hoje rima só com amor, e assim me é suficiente. A nebulosidade respeitosa aquietou a tempestade da noite anterior, e sei que a vida é assim: Tormentas e calmarias. Hoje, eu amo e assumo. E sofro, assumo também. Mas nego ser sofrimento de amor... "Que seja bom enquanto dure porque eu estou amando." É exatamente isso. Ele sublimou uma sensação. E com ele eu sambo, eu não minto, eu verdadeiro, eu o que eu quiser. Com ele nós, com ele nós e outros, com ele eu, com ele ele. "É o amor do nós com a liberdade do eu." E a liberdade do eu, é minha busca de agora...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Obrigada
Eu esperei nada de hoje. Nada é ainda pouco. Eu esperei absolutamente nada de hoje. E foi sincero, e não foi por medo, e foi maduro. E então eu me surpreendi. Eu, me surpreendi. Eu, que taxo o ser humano como mediocremente previsível. Errei na mediocridade, errei na previsibilidade. Ainda bem... Porque então eu descobri amigos. Foi justamente esse "mas é um outro nível de amizade" que eu conquistei. Eles, vocês, que estavam hoje lá comigo, são meus amigos. Muito obrigada. Tudo o que eu faço, tudo o que eu fiz, tudo o que eu ainda sou capaz de fazer, consigo porque fui, sou e espero continuar sendo amiga de vocês. Faço hoje 20 anos, choro como quem faz 10, e amo como quem faz 30. Obrigada.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Eu hoje andei a pé...
Me libertei, me senti viva. Eram meus pés tocando o chão úmido depois de um dia chuvoso. O caminho que parecia longo foi suficiente para eu conseguir voar ao longe e voltar. Estava me sentindo um pássaro preso, enjaulado. Acorrentada às rodas que eu mesma inventei de comprar. Eu pude deixar de olhar os carros, olhar o semáforo, olhar a lombada, olhar o retrovisor. Reparei então na grama, que mudou de cor com a chuva; reparei nos muros, com novos grafites; reparei nas pessoas, talvez as de sempre, mas que me pareciam muito diferentes; reparei o cheiro do mundo, que é outro quando não estou cercada pela fumaça dos carros; senti o frio me cerrar a pele, de uma maneira muito agradável. E então cheguei em casa. O mais triste é saber que minha libertação foi momentânea, que amanhã volto a ter rodas, e não pés. Mas é o preço que se paga pela compressão do tempo-espaço. E ainda me questiono se vivo mais por economizar tempo, ou se vivo menos, por perder tanto do meu tempo que teimei em economizar...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Ancoro-me na calmaria
À parte a bela poética das minhas histórias de coração livre, sinto agora a amargura na boca que me vem do coração. Não são saudades, são lamentos dos amores que tive. Tão intensos... Tão fugazes... Não sei se eu que petrifico os momentos em que o sangue me vinha mais quente. Seja pela beleza, seja pela feiúra. Fato que sinto uma fadiga ao lembrar de todos e de cada um deles. E dessa fadiga vem-me a preguiça, de novas intensidades, novas fugacidades. Permito-me, então, permanecer perene. É sempre a minha solução. Depois da tormenta a calmaria. Mas ancoro-me, num mar intrínseco, longínquo e particular. Não espero que me entendam. Bastar-me-á se respeitarem...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Faz falta o que falta
Ele foi muito do meu sorriso. E até agora invejo a mim mesma por ter tido tanto daquele sentimento. Continuo sem saber quando foi, como foi, e porque foi que tudo se esvaiu. Eu não perdi o controle, mas eu o perdi. Nossas trocas de olhares antes tão afetuosas hoje são carregadas de lamento. Meu sorriso agora é um forçado meia boca que se perde no passo seguinte. Minha maçaneta já não acha graça. Minha chave já não vacila. Minha porta se mantém fechada. E eu tentei novamente. Mas ainda lhe falta sobriedade, me falta admiração, nos falta carinho.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Não são eles...
"Não é ele quem eu quero. Na verdade, não é nem ele que eu tenho. Sem grandes possessividades, é apenas a simples liberdade de poder deixá-lo ser algo pra mim. Mas eu não o quero. Sei que ele também não me quer. Mas vivemos nesse impasse de não querer e estar e não estar ao mesmo tempo."
E era isso que eu tinha escrito. Ainda bem que foi só isso que escrevi, porque foi só isso que de importante ocorreu. O depois foi que o impasse do não querer estar não estando, ficou só no não estar. Em seguida - já que nada tarda a acontecer na minha vida - voltou a existir um outro que já era passado.
Mas não é ele quem eu quero. Na verdade, eu sei que quase o tenho. Sem grandes possessividades, é apenas a simples liberdade de poder deixá-lo tornar-se algo pra mim. Na verdade eu acho que não o quero. E nem sei se ele me quer. Mas vivemos nesse impasse de nunca saber e estar e não estar ao mesmo tempo.
Não são eles quem eu quero. E sou eu que estou não estando o tempo inteiro.
domingo, 13 de março de 2011
As maravilhas
Entrei num mundo novo. Me senti quase um Marco Polo, só um pouco mais humilde. Começo a desvendar a partir de amanhã uma cultura que andava paralela à minha. Sou sim uma nova pessoa. É uma nova ginga por aprender, novos passos, novos pensamentos, e até mesmo uma renovação da minha alma. Um auto-conhecimento que busquei, encontrei, perdi e enfim encontrei novamente. Aumento meu respeito, meu silêncio e meu aprendizado. É justamente isso, não quero ser mestre, quero ser aprendiz.
terça-feira, 1 de março de 2011
Voz e violão
Dessa vez não foi foto, riso imaginado ou voz nunca ouvida. Era justamente a voz que embalava todos os seus pensamentos vãos em melodias ritmadas. O balançar da composição, o frevo que batia em seu coração. Estava novamente apaixonada, dessa vez por voz e violão. Ele estava à pele seca sob uma luz amarelada. Sorria. Não a via. E bailava lentamente em cada canção de sua própria autoria. Seu nome era a sonoridade que enchia a boca vil. Seu olhar era clichê de imensidão. Mas sua voz, era clichê de indescritível. Não chega a ser veludo, não chega a ser suave, é e ponto. Apenas voz. E vós, acreditem, são incapazes de imaginar. Apaixonada não desfaço do mistério, mas me deleito no egoísmo do prazer. Aos amantes de mistério, deixe estar. Aos inimigos, também deixe, não há outra saída.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
À parte da poética
Andei procurando os porquês. Andei questionando meu passado. Encontrei diversas respostas, mas aumentei ainda mais o número de dúvidas. Nunca fui de olhar pra trás. Nunca fui de me arrepender. É só que para enfim acertar preciso peneirar minha história. - Aquela coisa de separar o joio do trigo. - É um trabalho cansativo, nostálgico, doloroso, pesado. Me pesa nas idéias, na mente, nas costas, nas verdades, no coração. Se é assim, realmente necessário, só saberei quando concluir o processo. Mas, concluir o quê? Acertar em quê? Não faço, sinceramente, a menor ideia. Sinto apenas que preciso, dessa introspecção, dessa meditação, desse silêncio e quase talvez de alguma lágrima. Estou precisada de calma, paz, serenidade, mar. Preciso deixar o mar me engolir. Preciso me revolver em sua maré raivosa, em sua ressaca dominical. Para enfim acabar com esses tormentos silenciosos que avassalam o meu âmago, e cansam o meu pensar. Preciso ser jogada à areia como peso morto, sem valor. Como flor pra Iemanjá. Preciso me despetalar, desabrochar. Preciso acordar ao sol, fadigada de mormaço. Preciso despertar ideias, soluções. Preciso disso tudo, nisso tudo, achar a palavra que me falta pra acabar com essa história.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Universo poético-egocêntrico
Às vezes preciso me dilacerar em palavras. Preciso arrancar as roupas e me manter clichê e nua. Mas principalmente nua. Porque às vezes canso de mim, canso de minhas palavras, canso de toda essa rotina mediana, mesmo não querendo nenhuma outra. E de qualquer forma eu preciso dessa vida de mentiras e fingimento e prazeres e boemia e promiscuidade e enganação. Eu preciso de um lado sórdido que seja belo por ser real apenas em poesia. Eu preciso me embrenhar no tortuoso caminho literário que inventei de seguir. Eu preciso me abrir, me descobrir, me reinventar todas as vezes que errar esse caminho. Porque sou eu que estabeleço o certo ou errado nesse meu universo poético-egocêntrico. Sou eu que não gosto, sou eu que desgosto, e até mesmo sou eu que por vezes amo o que escrevo.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Não sei se...
...estou errada por querer ter 25 anos. Porque sei, de um jeito tranquilo, que as coisas não serão sempre um tormento quando chegar à essa idade. Os ciclos da vida hão de passar de forma mais amena. Até porque, eu mesma já terei vivido bem mais do que apenas "dois aninhos de faculdade numa cidade longe de onde sempre morei". Não que eu queira reduzir essa experiência, mas minha mente sempre avança uns anos a mais do que a idade que eu tenho. Minha mente hoje tá com 22 anos, porque quero agora o que poderei ter nessa idade. E com 22 anos, minha mente terá vontade de ter 25. Mas vou parar por aí, porque senão já penso em aposentadoria e nunca conseguirei viver. Se terei tudo que planejo ter aos 25 anos, aí eu já não penso. Só que no exato momento quero ter 25 anos!
domingo, 17 de outubro de 2010
O tempo negativo
Eu fico vivendo em contagem regressiva. É sempre quanto tempo falta pra alguma coisa, e não o tempo que elas duram de verdade. Cheguei em Santos hoje pensando que só faltavam dois dias, e nem eles inteiros, para eu voltar pra Prudente. Não consegui focar em passar dois dias, mesmo que não inteiros, em Santos. O tempo pra mim é sempre ao contrário, meio que negativo. As horas que faltam. Importa sempre o que vem depois. E o pior: sempre foi (e fui) assim. Na oitava série faltava um ano para o ensino médio, no primeiro colegial faltavam três anos para a faculdade, na faculdade me faltam três anos para a minha próxima etapa (que não sei ao certo qual é). Quando o presente me será suficiente? Talvez quando alcançar o meu querer de dois anos atrás. E de novo o pior: falta muito! Contagem regressiva!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
E eu quando olhei pro quarto,...

...vaguei em pensamentos olhando pro meu all star. Um all star verde com a ponta um pouco suja. E essa imagem à meia luz me deu um vontade de calçá-los, assim mesmo de pijama, jogar uma mochila nas costas e ir viajar. Achei que meu destino era óbvio. Até que percebi que não sabia pra onde eu queria ir. Mas estou com a sensação que deveria simplesmente fazer isso: ir. Pra onde? Ainda não sei... Talvez seja mais a nostalgia que um all star me causa, talvez seu desconforto também. Como se eu precisasse andar, gastá-los. A simplicidade desse tênis é muito engraçada. E ele é carregado de lembranças. Acho que o lugar que eu quero ir é pro passado. Voltar a viver o que vivi quando usei esse all star. Os shows que fui, as baterias que toquei, os amigos que fiz, os roles que eu dei. Até as chuvas que o molharam consigo lembrar de algumas boas... A ironia é ter um megafone do lado dele. E eu, por incrível que pareça, não sinto a menor vontade de falar. Estou precisando mesmo é gastar esse all star pra ouvir o mundo!
(Gastar esse all star pra ouvir o mundo!)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Às vezes...
...eu preciso lembrar que já fui criança. Porque é fato que me perco e esqueço. E sempre que vejo meus vídeos quando pequena (sim, fui pequena em algum momento - risos), me fascino. Assim num narcisismo ingênuo. Rio das minhas bobagens, eternas bobagens. E fico pensando se um dia eu parei pra pensar que chegaria onde cheguei. Se pensei que faria tudo que fiz, ou conquistaria tudo que conquistei. Mas acho engraçado porque sou eu ali, com manias que tenho até hoje, com caras e bocas bastante peculiares. Para elucidar o que falo, segue o link de um vídeo que fiz juntando fragmentos de alguns vídeos que tenho. Sinto que preciso completá-lo, algumas cenas bastante louváveis deixei de lado. Mas por ora faz jus...
http://www.youtube.com/watch?v=2MpP_Aqj7A4 - La Petite Pétilin
Façam bom proveito!
(Preciso lembrar que já fui criança...)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Uma...
...vez eu li que as coisas não existem lá fora se não estou presente para vê-las existir. Portanto o que existe agora sou eu, palavra e computador. Sempre achei esse um pensamento suficientemente bom. Até agora. Até agora que li esta frase: "Ainda existe sem que haja quem o veja!". E então parei de ler o texto, e voltei a divagar sobre a existência ou não-existência das coisas. Resolvi inverter a história. Se para mim existe agora "eu, palavra e computador", para os outros eu não existo. Ninguém está presente para me ver existir. Isso me deu um desespero tão grande. Normalmente eu seria auto-suficiente para não me importar, e até achar confortável a ideia de existir só pra mim. Mas agora todo meu pensamento se dissolveu, porque eu "Ainda existo sem que haja quem me veja", ou não?
Parei
Como me esconder de mim mesma? Como me esconder de meus pensamentos? Eles são tão intrínsecos que quase me assustam. Não sou de me arrepender das coisas, mas nos últimos tempos ando questionando minhas ações. Tenho feito tanto... Tanta coisa que na verdade não resultou em nada. Será então que se eu não fizer nada, resultará em tanta coisa? Sinto-me irremediavelmente estagnada, novamente... Porque sim, essa sensação já me pertenceu outrora. Que saco! Achei que demoraria mais tempo para voltar a esse sentimento, e talvez as soluções passadas já não sejam eficazes, tendo em vista situações diferentes. Ah! Quem sabe... Enfim, parei. Novamente. Porque "enfim parar" nunca cansa, mas estagnar sim.
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