É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
terça-feira, 1 de março de 2011
Voz e violão
Dessa vez não foi foto, riso imaginado ou voz nunca ouvida. Era justamente a voz que embalava todos os seus pensamentos vãos em melodias ritmadas. O balançar da composição, o frevo que batia em seu coração. Estava novamente apaixonada, dessa vez por voz e violão. Ele estava à pele seca sob uma luz amarelada. Sorria. Não a via. E bailava lentamente em cada canção de sua própria autoria. Seu nome era a sonoridade que enchia a boca vil. Seu olhar era clichê de imensidão. Mas sua voz, era clichê de indescritível. Não chega a ser veludo, não chega a ser suave, é e ponto. Apenas voz. E vós, acreditem, são incapazes de imaginar. Apaixonada não desfaço do mistério, mas me deleito no egoísmo do prazer. Aos amantes de mistério, deixe estar. Aos inimigos, também deixe, não há outra saída.
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