É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
sábado, 12 de março de 2011
São eles tantos
Encontrei nele um querer não desesperado. E já não sei de quem falo. Este me fora um pensamento antigo. Porque o ele que quero agora com certeza não é o mesmo. Apesar de ser igualmente não desesperado, o querer por esse anterior é fato que ruiu. Já não me repudio tanto pela volatilidade das coisas, dos sentimentos. Eles são puro éter, e tal caráter me é, agora, louvável. Para assim me obrigar inconscientemente à um Carpe Diem clichê, quase infame mas necessário.
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