sexta-feira, 18 de março de 2011

Não é possível...

Eu devo mesmo gastar felicidade. Assim, como se fosse uma coisa que quase acaba. Talvez depois renove, mas quase acaba. Hoje é um dia que quase acabou minha felicidade. Porque ontem, ah ontem... Ah festa... Ah noite... Dizer que eu transcendi é absolutamente plausível. Foi de novo aquele prazer inigualável, aquela diversão que não cabe. Eu não cabia em mim ontem, sentia-me gigante, e nada mais me importava. Eu era toda amor, eu era toda luz. Sentia-me o Sol. Eu era mesmo o Sol, e não uma folha marrom boba. Não mesmo...

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