quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Pós comentários

Tentei entender o que a dita "Fabiana" (Não seria Douglas ou Débora? HAHAHA - só um palpite) quis dizer com o comentário. Tentei realmente pensar no comentário. Percebi que não se trata de aceitar o fato de não ter sido amada ou não, porque eu também nunca amei. Aliás eu me divertia o suficiente com a história para achar tudo realmente engraçado. A questão portanto não é sentimento, mas sim a capacidade que algumas pessoas têm de serem tão repugnantes, mentirosas e contraditórias. Mas agora posso dormir tranquilamente, com a certeza de que a minha convivência com pessoas com tal postura está presa ao ano de 2008. (...) Fora essa história idiota e cansativa, eu queria parabenizar a Ana Vitoria que passou na UFSC em Farmácia. Fiquei muito feliz por você minha amiga, te amo!

Depois eu escrevo mais. Agora tenho que ir, porque fechar 2008 fazendo compras é sim fechar com chave de ouro...

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

A hora de escrever

Agora sim eu tenho tempo e disposição pra digitar tudo o que eu precisava sobre a minha descoberta na ida ao Rio de Janeiro. Eu enfim descobri a minha família. Agora eu tenho idade suficiente pra entender o que acontece nela. Digo a minha família por parte de mãe. Meus avós, minha tia, meu primo e agregados. Sinceramente não vou expor tudo que eu a partir de hoje sei. Mas falo ainda com certa incerteza que pretendo ser útil. E como sempre acho que é essa a minha razão de ser. Estar ao lado de quem precisa, sem que eles saibam disso. Talvez numa dependência inversa: sendo eu na realidade que preciso deles. Mas é tudo um palpite... A questão é que agora eu entendo como eu sou em relação à família. Não adianta falarem um monte de mim. O fato é que eu não tenho parente próximo. Meu contato com meus tios, primos e até mesmo avós se resume à hipocrisia que é meu natal e ano novo. Não sei se acho isso normal. Só sei que pela primeira vez, e foi nesse natal de 2008, que isso mais doeu. E foi então que eu percebi o quão forte é a ligação com meu pai, minha mãe e meu irmão. Mesmo com toda a falta de tempo e aborrecimentos diários, eles são parte de mim. Somos quatro. E fechamos o ciclo. É uma ligação inquebrável. E não importa quantos agregados tentem se unir. Nossa casa é um forte. Com quatro pilares. E mesmo tendo essa certeza, ainda vou lutar pra aumentar o número de pessoas que eu amo incondicionalmente. E sinceramente, contei sete. É um bom começo...

Fora isso, eu descobri que se o destino de Alice é São Paulo, o meu um dia será o Rio de Janeiro. Essa cidade há de me oferecer muitas descobertas. No momento eu continuo com a minha repugnância por essa cidade. Mas eu hei de mudar isso. Ano que vem meu destino ainda não é o Rio. E quando o for, espero estar preparada. (...) Pela primeira vez eu conheci alguém diferente lá. Alguém com um discurso menos clichê. Enquanto eu ria dos acontecimentos ocorridos no dia 24, conheci quem me fizesse até acreditar que nem todo carioca é, hm, carioca - é, pra mim isso quer dizer MUITA coisa, haha. Mas isso não anula o fato de que (rindo por dentro) "as pessoas não mudam". Alguém me explica: uma pessoa fala um monte de coisa pejorativa sobre você, mente, então você calmamente passa a ignorar a pessoa, tempos depois ela vem com um papo de: você, no fim das contas, sabe toda a verdade. SIM! Justamente por eu saber toda a verdade é que NO MÍNIMO eu não faço a menor questão de saber da sua existência. E de fato, continuo assim. Calmamente ignoro - e periodicamente lembro e dou umas boas gargalhadas. Quem conseguir explicar eu vou formalmente agradecer. Apesar de ter a certeza de que não vai mudar nada. Descobri então com esse ocorrido que eu não sou rancorosa de forma alguma, eu dou inúmeras chances às pessoas, sempre acho que elas merecem. Contudo, como toda regra tem uma exceção, encontrei quem fizesse juz a um bom desprezo. E foi disso que eu fui capaz, reduzir ao desprezo. Qualquer outra sensação me parece indigna...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Os pensamentos embolados

Tenho tanta coisa pra escrever. Tanto pensamento que veio junto nesses quatro dias. Parece que eu ainda tô lá, acima das nuvens, vendo o mundo muito pequeno. Vendo São Paulo como maquete, de cima, e os prédios assim, quase sem graça. Vendo o Rio de Janeiro com um Sol de rachar, e o Cristo Redentor parecendo menor que um chaveiro... Mas calma, é preciso por tudo em ordem. Ver o que presta, esquecer o que não vale a pena, e como sempre rir e ver que eu aprendi um montão de coisa.

Mais pra frente... Agora eu quero é violão!

domingo, 21 de dezembro de 2008

Stay calm

Por esse ano, já deu já... As baladas, as festas, os amigos, os estudos, os amores, os stress, as provas, os vestibulares, as crises, os medos, as bebidas. Foi tudo em excesso. Sem mais planos, só sonhos. Espero enquanto vejo a onda bater.

Rio de Janeiro depois de amanhã. Vai ser ótimo pra refrescar as idéias, por tudo no lugar. Não conhecer ninguém, ter um bom livro a mão. E tempo suficiente só pra mim...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Click! [12]

Luz, câmera, AÇÃO! [4]


Samba e Amor

Eu faço samba e amor a noite inteira
Não tenho a quem prestar satisfação
- Caetano Veloso

Faço minhas, as palavras de Caetano. Fico agora em todo e em nenhum lugar. Me acha apenas quem quiser. Incomunicável por tempo indeterminado.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Progressão

O desespero no dia anterior, o choro na noite anterior, o medo. A noite mal dormida, pesadelos, sonhos. Muita angústia. E repetindo: você ainda tem vestibular amanhã, dorme, dorme! O sono que veio tranqüilo, quase sem querer. A janela aberta que deixa transparecer o dia que amanhece. E sem nenhum esforço acorda, olha o relógio e ainda são 8h. Não deve ter saído. Fecha os olhos. E fica imaginando se o seu nome não estiver lá, se estiver. A dúvida, a insegurança, a sôfrega antecipação. Enfim 9h. Deve ter saído. Pensa em levantar. Ah não. O pai ligaria se o nome estivesse lá. E não liga. E não toca. 9h13. A valsa de Amélie Poulain entoa forte, o coração sufoca. Número desconhecido. Quem é uma hora dessas? E a voz grave, simples e confortante reconhecida de seu pai diz: Parabéns! - Mas ainda lhe resta a dúvida, e pergunta temendo a resposta: O que? Passei? - E a frase que liberta: Passou, seu nome tá ná lista.

O meu nome tá na lista! Eu passei pra segunda fase da FUVEST. Na realidade 38.606 canditatos passaram. E desses, só uma Pétilin. Então continuo a me encarar como única concorrente.
E agora deixo o dia rolar nostálgico. Amanhã me desespero de novo querendo estudar...

domingo, 14 de dezembro de 2008

O desabafo e o desespero

Eu preciso falar com alguém, por favor. Alguém me responde. Onde estão as pessoas do mundo? Onde foi parar todo mundo que um dia tava do meu lado pra me ouvir? Eu preciso falar toda a verdade e tenho vergonha VERGONHA. Tenho vergonha de mim, do que eu sou, das mentiras que eu contei só pra me fortalecer. Não passei por cima de ninguém, isso eu nunca fui capaz de fazer. Incrível foi suportar fazerem isso comigo. Sempre vejo alguém pisando em mim, e eu apenas sorrio pra tornar tudo mais fácil. E não adianta virem me falar que eu tô me torturando. PORQUE SÓ EU SEI A VERDADE. Eu sei o peso que tá sendo guardar toda a verdade pra mim. POR QUE? POR QUE NINGUÉM ME PARECE EXTREMAMENTE CONFIÁVEL? O que aconteceu com o mundinho perfeito e aconchegante que tava ao meu redor? Onde foi parar minha base? Eu perdi. Me sinto perdida. Nunca a verdade pareceu tão difícil de ser encarada. Eu to no lugar errado, na hora errada, e com as pessoas erradas. Não aguento. Não aguento. NÃO AGUENTO! Eu imploro clemência. Eu imploro. Alguém por favor me faz falar a verdade. POR FAVOR.

Tô desesperada. escrevendo besteira. e muito mal
muito mal












muito mal

sábado, 13 de dezembro de 2008

Luz, câmera, AÇÃO! [3]

http://www.youtube.com/watch?v=r00T2fd9HIc

A quebra de paradigmas

Às vezes eu sinto a extrema necessidade de retroceder para enfim avançar. O mundo tava girando muito rápido sem eu perceber. Como num ápice de alcoolismo, que o chão não é chão, e a frente não é frente. Eu tava cometendo os velhos erros de me culpar, de falar demais, de não me ouvir. Então agora eu não ouço ninguém e não falo nada. Preciso desse tempo pra me fechar e tentar acalmar tudo o que tava acontecendo. Tava vivendo uma vida bem wild. E realmente a minha trilha sonora tava sendo Prodigy. E vai continuar sendo... Mas agora eu vou ser a que fica sentada vendo os outros dançarem, se drogarem, e curtirem a vida adoidado. Vou ficar entorpecida e estagnada. Mas não vou recusar convites, quem quiser vir, que venha. O lado frio, insensível, não-amante e por vezes irritante, Pétilin de ser vai voltar à tona... Por um prazo curto, mas indeterminado...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Click! [11]

F               R A G          M                                        E N                                                                  T O S

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Quando tudo estiver acabado,
não haverá de estar tudo simplesmente acabado?

Hora de fechar

Eu sempre fico tentando enxergar o que eu fiz de errado. Mas agora que eu parei para pensar, esse era o jeito mais fácil que eu achava para não culpar as pessoas. Acreditar que o erro partia sempre de mim, era uma forma de me proteger do que os outros poderiam me causar. Assim, esse auto-torturamento apesar de doloroso estava sempre sob controle, já que era exclusivamente psicológico. Tinha com isso o propósito continuar mantendo todos perto de mim, mesmo que de certa forma eles, teoricamente, não fossem mais merecedores, por assim dizer, de tomar algum lugar em minha vida. Não encaro esse 'merecedores' de forma prepotente. Mas é fato que certas pessoas simplesmente não merecem nossa atenção. E até merecem coisas piores, apesar de eu nunca ser capaz de oferecer-lhes isso, porque no fim das contas é muito relativo. Mas justamente essa relatividade tem certo sentido já que, a vida é nossa, e temos o direito de julgar quem merece ou não viver conosco.

Blá, tudo muito confuso.

Mas fácil evaporar e fingir que o mundo explodiu.

Considerem que me fechei para balanço.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A falta de vontade

Nos últimos tempos virei uma criança mimada. Que vive pedindo as coisas, falando: EU QUERO MUITO. Que fica fazendo beicinho, falando: NÃO QUERO MAIS BRINCAR DISSO. E sinceramente eu estava achando tudo muito normal. Mas percebi que eu tava fazendo isso (como sempre eu demoro, mas descubro o porquê) por medo (e sempre é por medo...). Tô com muito medo de crescer. De ter que virar gente, estudar pra valer, morar sozinha. Agora toda a minha vontade de ser independente se condensou em medo. Acho que ter que escrever o discurso pra oradora, me faz ficar pensando em como vai ser ler o texto, o que eu vou sentir, e que realmente tudo o que eu escrevi é verdade. Não sou mais do colégio, não tenho inspetores pra cuidar de mim, nem 'aconteceu...' pra me fazer entrar na linha. Fico dividida entre o desejo de voltar no tempo pra curtir mais, e o medo de passar por todas as dificuldades de terceiro ano de novo. Foi um ano muito díficil pra mim. Não só pela escola, pelo vestibular. Mas por tudo o que me aconteceu. Caminhei a trilha de 2008 com uma venda. E as coisas foram acontecendo sem eu ver, sem eu realmente querer. Poderia ter falado menos, ter pensado menos, ter agido menos. O meu lado impulsiva se apoderou de mim assim que entrou 2008. Meu lado egoísta também. Não nego que fui extremamente egoísta. E sinceramente, enquanto eu não chegar onde eu quero, vou ser assim. Mas me faz falta as tardes de sol na praia, andando de longboard e jogando papo furado. Me faz falta as descobertas do mundo dos meninos. Me faz falta a descoberta da boemia. Não que eu conheça tudo, óbvio que não é isso. Mas a magia do novo, se perdeu. Tô cansada de toda hora ter que vir digitar pra fingir que alguém vai ler, me entender, me ajudar. Porque na realidade nem sei se preciso de ajuda. Tá na hora do meu clássico praia, mar, som, eu. E quem quiser me achar, quem fizer questão. É disso que eu preciso. Pessoas que façam questão de estar comigo, sem achar que eu sou perfeitinha, lindinha. Mas que vejam em mim, apenas eu. A Pétilin. Que gosta de pisar em folhas secas, que gosta de ler poesia, ouvir músicas do filme da Amélie Poulain, que gosta de deitar na grama, que gosta de sentar de perna de índio pra comer, que gosta de se alongar, que gosta de cheirinho de comida da vó, que gosta de fazer e receber chamego, que gosta de rir de coisas idiotas, que gosta de fechar os olhos e correr na praia, que gosta de sentar e ouvir o mar até o barulho do mar se misturar com os pensamentos, e os pensamentos não passarem de ser simplesmente o barulho do mar, que gosta de tinta, que gosta do cheiro da tinta, que gosta de ir ao cinema e ficar quietinha, que gosta de olhar, que gosta de dançar no meio de muita gente desconhecida, que gosta de fingir que tá em um filme, que gosta de gostar, de não gostar, de ter medo, de chorar, de se apaixonar, que gosta de deixar marcas, que gosta, gosta, gosta muito, de tudo, de nada. Só queria fugir pra outro mundo, e explodir esse daqui.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Para ler os seus olhos

Sou eu quem tenta ler as pessoas pelos olhares. Eu as encaro até mergulhar na parte mais profunda de suas íris. Tento descobrir as palavras que elas deixaram morrer na garganta. E eu fico sorrindo que nem idiota, porque, como sempre digo, eu acho graça de tudo. Não digo que acho graça e rio pra não chorar. Pelo contrário, às vezes acho graça e choro. Mas nesses casos, me parece extremamente cômico tudo o que as pessoas pensam. Todas suas preocupações tão distantes das minhas preocupações. Seus diversos modos de ser, pensar, agir, falar e até mesmo não falar. Às vezes encontro pessoas que eu não pronuncio uma palavra, mas que já entendem mais até do que eu queria falar. Enquanto outras tantas me fazem repetir mil vezes as coisas para ver se entendem o eu quis dizer. E no fim, fica sempre a dúvida. Fica sempre aquele gosto amargo no abraço. Aquele olhar acre de até logo. Aquele toque não-macio largando a mão. Não se sabe a próxima vez em que você segurará aquela mão que se distancia. Mas sabe que naquela montanha-russa, você ainda há de andar. E se não for aquela, haverá outras para você se divertir, se enjoar, querer gritar, querer rir e querer andar novo. Os terminais são diferentes, mas não deixam de ser simplesmente terminais. E querer complicar o que isso é, só cansa.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Se eu pudesse me entender...

Só vou ter certeza, quando tudo acabar. Quando eu estiver sozinha. Mais sozinha do que eu me sinto agora. Não há certezas para nenhum lado que eu olhe. O mundo parece tão difícil de ser encarado. Eu só queria uma certeza. Uma. Eu fico perdida, vagando com o vazio que se instalou dentro de mim. Não sou triste. Mas me falta alguma coisa. Algum pedaço meu que eu perdi e nunca mais achei. E não achei ninguém que pudesse completá-lo. Se achei, não consigo pegar de volta pra mim. Minha incapacidade me revolta. Eu queria ser capaz de gritar. Mas ao invés disso permaneço calada e olhando. Já não admiro, apenas observo. Observo e não absorvo. Não há quem tenha mais paciência comigo, quem me aguente telefonar durante a madrugada, quem aguente ler os meus desabafos. Acho que ninguém me aguenta, porque nem eu faço isso. Me sinto presa ao estereótipo que eu criei de forte, inabalável e profunda. Da parte do profunda eu não nego. Guardo nos meus olhos os oceanos, e afogo qualquer um que tente nadar neles. Oceanos com tormentas e calmarias inexplicáveis. O céu se encobre inesperadamente, e da mesma forma o sol desponta no horizonte. Ouço o barulho do mar dentro de mim, as ondas quebrarem e o vento soprar no meu peito. Não há rochas, nem praias, nem veraneio. Mas tudo junto se une numa música inacabada.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Liberdade

Eu tinha mil coisas pra falar,
mas das palavras vinham só os pedaços...

am
do
med
rça
qrr
nmor
omodi
liberdad

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Indelével e real

(É isso o que eu falo da minha força de vontade. Ela é indelével. Sua intensidade não é constante, "mesmo assim"...)
Certos dias eu luto contra o tempo, em outros tantos quero que ele passe por mim que nem vento. Essa história de Carpe Diem é muito utópica pra mim. Uma teoria louvável. Mas convenhamos, tem alguns dias que você simplesmente quer que acabe... Por sorte, não se trata de hoje. Eu quero que esse dia seja eterno. Não quero que chegue a noite, nem o dia seguinte. Por quê? Pelo puro e insustentável medo. Medo que me dá ânsia, que me detona o humor, que me faz carente, que me faz querer música. (Música minha válvula de escape tão indelével quanto minha força de vontade) Engraçado é ver que eu enfim aprendi a viver um dia de cada vez. Não me prender ao que o futuro pode ser ou ao que o ontem me causou. Não que isso seja muito Carpe Diem, porque a imagem que eu tenho disso é de intensidade.
"Viver cada dia intensamente como se fosse o último."
Não. Tem dias que o que eu menos quero é intensidade. Que tudo o que eu quero são "frutas, cores e amores". Aprendi que cada dia é um recomeço, uma nova chance. Mas que certos dias são feitos para apenas uma única e louvável chance. E que se agarrar à ela, não faz mal a ninguém... Na realidade, só percebi quanta coisa aprendi, porque estou aqui. Sentada. Me encarando em cada palavra. Apagando cada coisa que escrevi que seria bonito mas mentiroso. E faço do meu ponto final, a veracidade de tudo o que eu escrevi
.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Os porquês

Não sei pelo o quê as pessoas vivem. Eu vivo para achar o porquê das coisas. O porquê de certas coisas acontecerem comigo e eu agir de determinada maneira. Hoje foi mais um daqueles dias em que uma coisa se tornou clara pra mim. Sou oito ou oitenta com coisas relacionadas a mim. E quando não sou eu que tenho o controle, fico realmente desorientada. Mas é o que dizem, no fim das contas é você contra você mesmo. E 'eu não vou renunciar a mim'. Então que eu venha, sozinha e desarmada, pra ver no que vai dar...

???????????????????

P

PÉT
PÉTI
PÉTIL
PÉTILI
PÉTILIN
PÉTILI
PÉTIL
PÉTI
PÉT

P




































cicloviciosoorgasmáticosemiintolerávelóbvioirôniconãonecessário

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Nuvens

Eu canto a praia, eu canto o som
Eu canto a paz e tudo o que há de bom
O dia inteiro pra rolar
Saiu de casa para ver o mar
Com a esperança de poder chegar
Na natureza daquele lugar

Um dia lindo e louco de se ver
Não há saída, a não ser viver
Pessoas, coisas como elas são
A vida inteira uma reflexão
Enquanto isso as nuvens lá no céu
Criam figuras para me animar

Olhar atento ao pôr-do-sol
(...) e boas ondas
Mina gata, praia e futebol
Na viola um jazz bem louco a tocar
Um brisada nova, um sorriso esperar
Galera toda reunida pra fazer um som
(...) tudo o que há de bom.
Ela me olhou, espero a noite chegar
E cantar no luar
E acordar de manhã
Respirar...
O que há de bom...

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Desespero momentâneo

Fui assaltada. O desespero veio a mão armada e disse: FICA PARADA E NÃO GRITA! Eu? Fui disciplinadamente obediente. Nunca iria revidar ao desespero. Fiquei estática. Mas por que ele me assaltou assim do nada? Só porque de repente um ano inteiro que passou rápido e arrastado ao mesmo tempo se tornou concreto? (sem vírgulas porque é uma oração subordinada adjetiva restritiva) É... Foi justamente por isso. Ele se materializou na minha frente e disse: Você não tem mais tempo! Já tem hora e lugar marcado pro seu teste. SE VIRA!

Fora isso acabo de pensar: E daí que a UNICAMP divulgou hoje o lugar do vestibular? Ah pf! Sou mais que isso.

(E acabo o post me sentindo um pouquinho melhor, mas não esnobe o suficiente pra quebrar a cara...)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Não menos poética

Como eu disse, depois da tormenta vem a calmaria. Ontem veio uma das maiores tormentas que eu passei em um dia. Eu quis desistir de tudo. Eu disse de TUDO. Eu vivi cuspida ontem. Me senti vazia o tempo inteiro. E hoje acordei pensando muita coisa. E agora, nesse exato momento. Estou me sentindo completa. Completa comigo mesma. Não tenho tudo o que eu quero, e ainda bem. Se eu tivesse, não teria graça. Mas estou num pleno momento de transe, onde tudo é lindo, fácil e agradável. E depois de ontem, não me proíbo de ficar assim. Bom, chega de falar de mim... Random mental...

Eu não! Eu só queria um livro, uma cerveja, um violão, um cigarro. Sabe, essas coisas nostálgicas. Eu só queria amigos. Eu só queria mais força, mais amor, mais abraço, mais beijo. Eu só queria um insenso, um cheiro bom. Eu só queria um pôr-do-sol. Eu só queria um shorts. Eu só queria uma brisa agradável. Eu só queria sexo. Eu só queria dizer: Eu, eu amo você. Eu só queria rosas, girassóis e copo-de-leite. Eu só queria luz vermelha. Eu só queria bossa nova. NOVA. Eu só queria um recomeço. Eu só queria falar. Eu só queria ouvir. Eu só queria que sempre tivesse sido assim. Eu só queria rir até doer. EU QUERO É MAIS.

(Só porque eu to ouvindo a música Eu quero é mais, da banda Paúba Boss’n’blues Paradise, tudo culpa da Marina.)

domingo, 2 de novembro de 2008

Desatando os nós

Procuro a parte de mim que eu perdi no meio da estrada. Onde foi que deixei minha audição? É, eu tinha perdido. Eu falava, falava e falava. E nunca ouvia. Até que eu ouvi alguém quase gritar pra mim: PÉTILIN, SE OUVE! Não ouvir de acreditar em mim, mas era só parar pra ouvir o que eu falava. Falava demais, falava de tudo, falava de todos. E agora eu parei. Depois de inúmeras turbulências, vem a calmaria. Chega inesperada, mas não necessariamente te deixa parada. Talvez algumas marolas me levem tranqüila, pra longe. Pra longe. Pra que depois eu volte só de avião, sem turbulência e com muita história pra contar. Contar, ser ouvida, e me ouvir. A partir de hoje eu me ouço. Não achei a audição, eu aprendi a ouvir de outra forma. Só isso. Não são mais ruídos, são palavras. Eu quero clareza. Não quero mais o torpor. Quero lucidez. E pra isso abdico da miopia moral. E ponho óculos. Vou ouvir e ver tudo muito bem agora. Desato os nós calmamente. Não tenho mais pressa. Tempo ao tempo. E nada de esperar sentada. Mas nada de correr. Esses nós me prendiam vulgarmente ao passado. Me faziam pensar demais, e falar tudo o que eu não pensava, e fazer tudo o que eu não pensava. Minha sensibilidade estava perdida, essa eu reencontrei...

domingo, 26 de outubro de 2008

Click! [9]


Eu não vou separar minhas vitórias dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
nenhuma parte,
nenhum pedaço do meu ser
vibrante, errante,
sujo,
livre,
quente.

Um bilhão de dias sem postar

ÉÉÉÉ, a vida andou um pouco corrida nos últimos tempos. Por isso sumi. Mas rá! Preciso me libertar desse stress e escrever um pouco como sempre... Não que hoje não tenha gastado tempo suficiente pra me desligar do mundo. Já que deu a louca e resolvi enfim pintar uma frase na parede do meu quarto (foto no próximo post). Aliás eu achei que ficou muito legal.

Acho que nem falei de São Paulo. Pois é. Fui pra São Paulo. Com amigas, bebidas, zuera. E muitos segredos. O bom é que me senti a própria Alice. Fiz tudo que me deu na telha, e voltei pra Santos sem o menor peso na consciência. Me conheci muito em só uma noite. E sinto que pronto. O que eu tinha que fazer pra tirar certas dúvidas eu fiz. Fora isso. Acho que estou bem pronta para o que acontecer. Resolvi não pensar. Tô jogando o dado pro alto, e o número que der eu vou falar: esse é o meu número da sorte. Eu resolvi recomeçar. Não é tarde. Mas tá na hora. Não me esperem. Não pretendo voltar.

Post viagem. Mas é.
Beijos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Aquela velha história.

Um pouco
de Quilly,
de Camila,
de Ashling,
de Poliana,
de Alice.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Sushi

Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
E acredite. Não é na minha.


Hoje falo como Ashling, não Pétilin. E não gosto da sonoridade que esses nomes têm quando juntos. Mas é assim que me sinto hoje. E como ela, tenho uma grande amiga Clodagh ganhadora. (O termo ganhadora é aqui empregado por uma analogia péssima que eu fiz. Mas não me atrevo a explicar.) Enfim... Venho também com todas as suas paranóias e problemáticas. E espero que seja só hoje... Não sei o porquê. Mas foi nela que eu pensei. E pelo jeito que estou escrevendo sinto muita vergonha de explicar a minha relação com ela pra quem não leu o livro. (Sushi: livro; Ashling e Clodagh: personagens...). Então sem explicar a ligação direta, ou indireta talvez, não sei, vou falar de outra coisa.

Música. Acho que nunca parei pra dissertar sobre a influência das músicas em mim. De verdade... Muitas músicas me levam pra longe. Me deixam num extâse irremediável. No exato momento estou ouvindo FLAW. E pra quem não conhece. Recomendo sem nenhuma dúvida. É o tipo de banda que tem trilha sonora pra vários humores. Uma vez discuti com uma amiga sobre o que nos chama atenção numa música. Concluímos que gostamos de músicas fortes. Escolhemos o adjetivo 'forte' por ter significados variados. Forte de pesada, de intensa, de profunda, de letras marcantes. Mas todas que te toquem de alguma maneira. Mais do que músicas com batidas monótonas, letras clichês, arranjos não trabalhados. Eu por meu mal, reparo bem mais na batida, ela bem mais nos arranjos.

FLUXO DE CONSCIÊNCIA: Por que falando isso mesmo?

Me perdi nos pensamentos. Então paro de pensar...

"Auto-suficiência ou perecimento!"

Não sei que catos estou vindo postar essa hora. Sendo que eu tenho dormir. Mas sinto que tenho que escrever. Queria falar mal das pessoas, citar nomes, botar a prova minha cara de pau. Pena que no exato momento minha sensatez está falando um pouco mais alto. Não me apresso, ser poeta de escárnio se fará presente na hora certa, tenho certeza. E enquanto me privo de falar mal das pessoas. Falo de mim. Se falarei mal ou bem pouco me importa. E se realmente falarei de mim não sei. Ando muito narcisista e muito vestibulanda frenética pro meu gosto. Blá, como não sei sobre o que escrever, vou lançar o random mental...

(...)

Quantas vezes já não te disse pra parar de repetir as mesmas coisas que você decorou de um texto cheio de melancolias? Por que você não se liberta de você mesmo? Eu não vou me acomodar dentro de mim. Não vou aceitar o que sou só porque os outros já o fazem. Vou ser justamente o oposto só para regozijo próprio. Vou contrariar pra variar. Mas pra não variar é que eu sempre contrario. Quando digo que vou ser Amarelo, e alguém apóia, parto pro Azul. É mais divertido. E não me importa se alguém se diverte comigo ou não. Por que você não faz o mesmo? Seja AUTO-SUFICIENTE. Não disse egoísta, nem egocêntrico. Mas auto-suficientismo é ótimo. É uma forma mais alternativa de se dizer independente... Viu que sem graça? Independência é tão clichê... Dom Pedro há 186 anos falou disso. O povo reclama que o Brasil não vai pra frente. Mas se D. Pedro tivesse gritado: AUTO-SUFICIÊNCIA OU PERECIMENTO! O Brasil de hoje seria MUI diferente...

(...)

Já sei porque vim escrever essa hora, é só porque eu viajo...
Boa noite aos outros viajantes.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Click! [8]


Só pra me sentir melhor

Apesar de amar ouvir o som da cidade. Muitas vezes também amo me isolar do mundo com meus fones de dj. Ouvir músicas boas, e inventar uma vida e realmente acreditar nela. Sei lá, pensar que agora estou escrevendo e que quando eu sair daqui, vou tomar um bom banho num banheiro decoradinho e moderno. Depois vou vestir uma roupa legal. Pegar meu carro vermelho e vou até o trabalho terminar uns projetos que deixei pendente só porque ontem resolvi sair mais cedo pra tomar uns drinks num bar legal que tem perto do meu apartamento. É, foi legal imaginar por alguns segundos que isso é verdade. (...) Reli um texto que me fez pensar muito no post anterior:
"Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova?" (Elysa Lucinda)
E essa frase, fora do texto, pode ser aplicada a muitas coisas pra mim. E adivinha qual das coisas me vêm primeiro? Claro que vestibular. Acho que tá muito perto, por isso nos últimos posts só tenho falar disso. Mas quer saber? Vou filosofar e esquecer tudo isso que me aflige.

(...)

Queria mesmo entender porque muitas pessoas fazem as coisas só para parecer que estão prestando serviço. Assim mesmo. São pagas, e fingem que fazem as coisas. Muitas vezes mentem, passam por cima dos outros, e continuam como se nada tivesse acontecido. Me dá raiva. Dá raiva dessas pessoas que são constantemente irônicas. Que vêm sempre com um sorrisinho debochado no rosto. E acham que são donas da verdade, e detentoras de poder absoluto. O problema é que eu não sei lidar com pessoas assim. Acho que esse é o único tipo de gente que eu não me dou bem. Gente forçada, irônica e prepotente. E diante de toda essa hipocrisia o que eu ouço é pra manter minha educação. (Respirando fundo por pensar demais em pouco tempo) Não sei por que mas eu sinto que preciso entender a fundo o ser humano. Pode parecer engraçado, ou até mesmo mais uma das minhas viagens. Mas é verdade. Sinto-me tão impotente diante de certas situações que preciso saber os porquês. Acho que não seria uma má idéia se todo mundo por uns tempos ficasse literalmente cego. (Vide "Ensaio sobre cegueira" - MUITO BOM) Acho que seria uma forma das pessoas passarem a enxergar o mundo de outro jeito. E mais do que isso. Passassem a agir de maneira diferente. Tipo um recomeço. Uma nova chance pra todo mundo ver o caminho que estão seguindo. E mesmo que não estivessem dispostas a isso, seriam postas à prova. Suas esperanças seriam postas à prova. Chega de filosofias. Passo pra parte poética do post. Que será baseada no puro random mental.

(...)

Pega estes livros. Já não os quero mais. Pega também estas flores. Estas cartas mal escritas. Mas que me falam muito sobre coisas que já não preciso lembrar. Já não preciso olhar pra trás e lamentar. Há um futuro. Disso eu sei. Haverá outras chances. Novas oportunidades. Escolha com cuidado cada palavra que você dirá de adeus quando todas essas oportunidades quiserem te lançar para o alto, para longe. E se você não conseguir escolher. Então não diga, simplesmente vá. Mas não olhe para trás. Nunca se despeça e olhe para trás. Não quero ver sua dor, suas lágrimas. Não quero senti-las escorrer dentro de mim. Leva também estes seus sapatos rotos. Coloca em outra caixa, e leva para outros armários. Leva para os seus armários novos. É tudo novo. E não leva a saudade. Esta pode deixar aqui mesmo comigo. Deixa também o seu perfume. E o seu CD favorito. Só preciso disso, duas sensações e um sentimento. Audição, olfato e saudade. O seu toque deixa que eu imagino com a saudade. O seu calor deixa que eu procuro outros braços e abraços. E não me peça para voltar para os seus. Já não caibo nele. Vá logo. E não se despeça com seu abraço amargo. Vá embora com um sorriso. Pra eu poder acreditar que vai mesmo tudo ficar bem...

terça-feira, 30 de setembro de 2008

So lets face it!

ÉÉÉ! Eu AMO quando coisas do tipo que aconteceram comigo hoje, ham, acontecem! Esse tipo de coisa que corrobora todo o meu pensamento, mas que nega todas as minhas expectativas negativas. Vou explicar, (sei lá pra quem, já que acho que ninguém mais lê essas baboseiras...). Eu comecei a fazer um curso de desenho para a prova de habilidades específicas da FAU - USP. Então paguei o mês, e a mulher foi fazer o contrato. Daí tá, fui pra aula. E no meio da aula ela me chamou. E foi explicar o contrato... Ela falou que eu tinha um mês pra desistir do curso, mas passado esse um mês, se eu parasse teria que pagar 30% sobre o valor total que restaria a pagar. Sendo este um contrato de UM ANO. Eu fiquei muito brava, porque ela só me falou depois. E eu expliquei pra ela que pretendia fazer apenas três meses de curso. Já que depois de fevereiro de nada me valerão essas aulas. A prova já terá passado quando as aulas voltarem. No caso acabam em dezembro e voltam em fevereiro. E eu perguntei se não teria como fazer apenas três meses, ela falou que iria falar com a diretora, e que me ligaria no dia seguinte. Já saí muito desanimada. Pensando que faria apenas um mês de curso, porque meu pai não pagaria mais dois, pra depois ter que pagar os 30% por nada, e que seria péssimo, e já comecei a pensar de novo que não vou passar, e toda aquela velha história de vestibulanda com ataque de nervos. Então hoje, ela me liga, pra contar o que resolveu com a diretora. E EU VOU PODER FAZER TRÊS MESES! Quando ela começou a falar que era só eu levar o contrato de um ano pra ela rasgar, que tava tudo certo, eu não sabia o que falar. Eu fiquei muito feliz, MUITO FELIZ. ÉÉÉ, LUZ NO FIM DO TÚNEL!!! T62 ASSIM SEJA!

Luz, câmera, AÇÃO! [1]


Antes que eu tenha a chance de mentir

Para evitar qualquer revolta minha comigo mesmo, vou tentar fazer deste post o mais confuso. Para que talvez eu não entenda depois, e pense que fora apenas um lapso aleatório de coisa nenhuma. Certas coisas andam perdendo a graça muito rápido. Em menos de cinco minutos toda a minha expectativa em relação à algo, acaba. Assim mesmo, simplesmente acaba. Acho que ando levando o sentido de "vida fugaz" muito ao pé da letra. As coisas estão muito voláteis isso sim. Uma hora as tenho, e no instante seguinte, não tenho mais. E deixo de ter por vontade própria. Tenho quase certeza que não passa de medo. Medo de quê? É a pergunta que me faço o tempo todo. Outra quase certeza é que seja medo de me sentir presa. Então me faço livre, livre para poder ser o que eu quiser, achando de maneira muito egoísta que ninguém é capaz de me deixar ser assim. Mas sinceramente, até agora ninguém me provou ser mesmo capaz de me fazer sentir essa liberdade que tanto anseio. Tudo me parece errado e confuso. As pessoas falam e fazem coisas muito sem sentido, sem graça, sem, sem, sem e ponto. Acho que procuro pessoas perfeitas, quando nem eu sou assim. Apesar de achar um saco em certas coisas perfeitas, talvez seja isso mesmo que eu esteja procurando. Acho que pela primeira vez vim postar sem saber o que estou pensando ao certo, e sem ter uma opinião pré-formada. Vim falar sobre nada, então acabo de falar do nada também.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Click! [7]

Show da Relvis!

Para não dizer que não falei das flores

Achei poético esse título. E a música serve de trilha sonora para esse post. Tenho quase certeza que ela será perfeita. Não por ser antiga nem nada, mas por ser profunda. E ela me dá a vontade de sair gritando pelo mundo pra ver o que dá pra fazer com a voz. Pra ver se ela muda o mundo. Pra ver se eu mudo o meu mundo. A minha parte dentro de mim. Não vejo a hora de digitar esses textos longe de casa. De ter que falar: Ah, no fim de semana eu desço pra Santos... Não me vejo mais aqui. Não sou daqui. Só não sei ao certo da onde eu sou. Mas sei que assim como Alice, eu vou descobrir. É, eu sempre acho alguma pessoa fictícia para me basear. São Quillys, Alices, Camilas e Polianas... E delas saem a Pétilin. Ou já existe essa Pétilin, que vem aparecer depois de muito errar, e ouvir, e ver, e cantar, e viver...

Vem vamos embora,
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora,
não espera acontecer!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Tiriuiri

Meus títulos são muito inúteis... (Shit!) Preciso começar a dar um jeito nisso. Tá, não nesse exato momento. Agora vim só reclamar, como sempre, dessa rotininha infernal de: cursinho, estudo, prova, stress, e outras baboseiras mais. Se eu fico em casa, não estudo. Faço tudo, mas não estudo. Durmo, toco violão, invento o que fazer no computador, toco teclado, arrumo até o quarto. Mas não estudo. E não aguento mais o cursinho. E não aguento mais estudar. E não aguento mais ouvir: VESTIBULAR. E agora eu quero rimar. E fico pensando no que termina com AR. É chato, mas vão ter que aguentar. Sou idiota, e ai de quem reclamar. O blog é meu, falo por falar, penso por pensar, e paro o post por parar.

Every little thing

"Don't worry,
'cause every little thing
is gonna be alright"
(Desculpa, estava na cabeça...)

Enfim, poema...



Recado para as belas

Eu entendi a sensação; eu senti.
É desesperadora. E muito.
Você se sente sufocada, agoniada.
Parece que grita e chora,
e isso só faz aumentar.
Não é dor, mas é um sofrimento,
que te prende e segura com uma força
inimaginável.
E outros corpos te prendem,
proferindo palavras,
lançando olhares, e você vira nada.
Um nada que vê tudo embaçado.
Menos lápis, papel e idéias.
Você sente a toda hora
vontade de estar em qualquer lugar,
menos ali.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Toda aquela baboseira

Acabo de descobrir que eu só venho postar aqui quando estou em alguma turbulência emocional, por menor que seja. Por isso não tenho postado. Minhas turbulências enfim se acalmaram. Ou eu que simplesmente passei a ignorá-las por ter coisa melhor a fazer, convenhamos, sempre tem-se algo mui melhor a fazer. A parte destes comentários sem conteúdo, venho por meio deste dizer que estou ansiosa. Não de um jeito ruim, ou maníaco. Mas ansiosa pelo show de sábado. Acho mesmo que vai ser muito legal... E para os curiosos que ainda insistem em ler as baboseiras que eu escrevo...

Vai rolar um show da Relvis!
Éé, da banda que eu toco...
Sábado, dia 20/09 - 17h
No CES (Av Ana Costa, 308; perto do EXTRA)
com Ecos Falsos, Songs About You, After Midnight e Soulstripper
R$10 :]

E agora ponho-me a viver a rotininha pré-prova... Au revoir...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Sertanejo!

Como pode uma música de sertanejo me fazer chorar TANTO? Pode parecer engraçado. Mas é que esses vídeos de quando eu era criança são choro na certa. E ainda me aparece um menino cantando pra mim com aquele voz de criança, quando eu era bebezinho, o clássico É o Amor - Zezé di Camargo e Luciano. Acho que voltei a parte do menino cantando no vídeo no mínimo umas cinco vezes. Ahhh que lindo! Tô sensível, me deixa...

sábado, 13 de setembro de 2008

Duas cositas

Sabe o que eu vi e achei muito engraçado? A sequência de posts: Party like a rock star, but... e Doença ... Serviu pra eu ver que nada em excesso é tããão bom assim. Aproveitei mesmo sábado e domingo, e o resto da semana? Fiquei doente. É o reflexo do exagero. Tsc tsc...

Gentechatagentechatagentechata!
Tem gente que eu posso não ver por MUITO tempo, mas que me irrita absurdos! Fala coisa idiota, faz coisa idiota, pensa coisa idiota e AHHHHHHHHHH! Em contrapartida, fiquei três dias sem ver muitas outras pessoas, até segunda-feira serão cinco. Gosto de sentir saudade, gosto mais ainda de matar saudade...

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Doença

Eu realmente sinto como se esses dias que eu fiquei doente tivessem acabado comigo. Acabei de me olhar no espelho. Me sinto péssima. E não estou muito melhor. Enquanto isso a vida continua lá fora pra todo mundo. Odeio quando isso acontece e eu vou ficando para trás. Tenho tanta coisa pra fazer. E essa doença, que tenho certeza que começou pelo meu conflito emocional, não me deixa fazer nada. Esse conflito emocional está guardado dentro de mim e ninguém, ninguém sabe do que se trata. Nem vai saber. Porque esse tipo de coisa de espalha feito epidemia. E pra mim basta de epidemias. Estou fraca, com olheiras, com as amígdalas enormes, não consigo falar, mas ao menos já consigo andar e já não tenho mais tanta febre. Tá sendo péssimo. Me sinto esquecida. Largada. E o engraçado, é que sempre que começavam minhas febres eu estava sonhando com algo do tipo de aquecer. Parece estranho, mas é verdade. Coisas do tipo: eu numa fábrica e do nada tinha que aquecer os motores e jogar lenha, e vai mais lenha, mais calor, mais lenha. E quando eu acordava cansada, estava suada, e com a febre lá pela casa dos 39°. Sonhos né... Mas era horrível. Bom, escrever tudo isso me deixou extremamente cansada, vou voltar pro meu sofá modorrento.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Party like a rock star, but...

Yés, hoje é sexta-feira! Tenho que tomar banho e cair na Babilônia (Sei lá, deu vontade de falar isso). Já que diversão pouca é bobagem, pra que me contentar só com o show? ÉÉÉ! Eu vou ao show do Fresno... Enfim, antes disso, uma parada no Pier... E daí que é na outra ponta da praia em relação ao lugar do show? Eu hem. Tô atrasada! Amanhã devo postar algum poema... (Depois de séculos)

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Click! [6]

AHHH!!! BOEMIA!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

NÃO!

Ah... Não faça isso! Não faça tudo o que eu quero. Não fique tanto tempo sem se irritar comigo. Não diga que nunca vai me odiar. Não seja tão presente. Aliás se faça ausente, para eu me fazer presente. Não fale o tempo todo que você gosta de mim. Não fique falando aos quatro ventos que você me conhece bastante. Se nem eu me conheço, como você poderia me conhecer tanto? Não me idealize, e também não me diminua. Deixe-me ser. Não queira que eu seja nada por você. Serei apenas o que eu consigo e gosto de ser. Não me procure todos os dias. Não sorria tanto pra mim. Não deixe de sorrir pra mim. Não me sufoque. Não me segure. Não me diga que não se arrepende de nada. Não gosto. Não serei. Não fui. Vou rir, ignorar e mudar quando eu quiser mudar.

Estou absurdamente feliz...
Vou estudar...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Argh

Acabei de postar, e achei ruim tudo o que eu escrevi. Já percebi o que faltava. Precisava me trancar no meu mundo, fechar a porta e tirar os sapatos. Sou a pura personificação das sensações. Admiro, aprecio e me completo com cada sensação. Se outrora estava vazia, agora estou completa por ter me sentido vazia. Se estava triste, fico feliz por saber que fico triste. Se não amei, fico feliz por saber que sinto sim falta de amar. Não sou tão não humana, como achei que era por influência de leituras. Sou sim, muito, mas muito mesmo, humana. Sinto ódio e amo ao mesmo tempo. Sinto frio e calor. Fico triste. Mas não sou. E não gosto destes poetas que dizem que devemos ser tristes pra entender o mundo. Não digo que entendo o mundo, aliás ainda não pretendo entender. (AINDA!). Mas que tristeza dói, dói. E eu gosto de saber que sou capaz de sentir essa dor. Achava que seria impossível viver qualquer outra montanha-russa. Mas é porque deveras, nunca tinha sido tão intenso. E agora, aquelas sensações foram mínimas. O mundo é maior, meus sonhos são realmente maiores, e as sensações, ah, já nem sei o que dizer. Me vieram tantos adjetivos, tantas coisas pra falar, pensei demais pra digitar, e elas se perderam no caminho da cabeça para as mãos. E agora estão no meu coração. Alojadas no meu âmago. E sinto prazer em senti-las. Sinto prazer no ser.

Eu não

Eu estava claustrofóbica. No sentido mais amplo da palavra. Se é que ela permite tal amplitude. É um querer sair e mudar de um jeito sufocante, pela impossibilidade frustrante que anda fundida a esses quereres. Eu não estaria mentindo se dissesse que tudo anda muito difícil. É difícil acordar cedo, é difícil almoçar, é difícil assistir aula, é difícil estudar à tarde, é difícil fazer prova, é difícil andar, é difícil dormir, é difícil ouvir música. Mas quem disse que seria fácil? Avisaram que seria difícil. Avisaram, mas eu disse que tiraria de letra. Acabei de dizer que eu desisti. Mas não, NÃO DESISTI. Os sonhos ainda são os mesmos, se não são maiores. E a minha força, ninguém me dá, mas também ninguém me tira. Preciso sim a cada dia dizer que estou pronta. ESTOU PRONTA. E que seja bem difícil, pra fazer valer a pena as outras dificuldades.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Rotina

É o show do Velhas Virgens foi IRADO! Ri muito! O show foi longo, mas foi bem legal. Acho que acabei aproveitando mais o show do System Of a Down Cover, mas enfim. (...) Sinceramente não sei o porquê de ter vindo postar. Ando tendo picos de humor, mas no momento não me preocupo em resolver isso. Preguiça de filosofar, preguiça de terminar esse post. Tchau.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Portas, livros e risos

(Não sei se alguém entende os títulos dos posts, mas isso não vem ao caso)
Fala, fala, fala, reclama, reclama, reclama, grita, grita, grita, xinga, xinga, xinga... Mas é tudo da boca pra fora, porque no fim das contas, tem gente que gosta de fazer sempre as mesmas coisas, cometer os mesmos erros. Tentam dizer que estão saindo por cima, mas quem realmente levou a melhor nas coisas, não dá pra saber. Cada um ganha o que "merece" ganhar, e sabe aproveitar isso de uma forma única. (Merecer é muito relativo, mas também não vem ao caso). Não me canso de dizer: pessoas são cômicas. E dessa vez, não estou escrevendo de dentro pra dentro, falando de mim. Estou falando dos outros.

Deixando isso de lado, porque falo pouco de coisas assim e já me canso... AMANHÃ É O SHOW DO VELHAS VIRGENS. Não vou poder beber, simulado sábado, mas ham, é, ah... Só um pouco vai... Já que:

Eu sem beber sou uma mala
Ninguém me chama pra porra nenhuma
Eu fico jogado no sofá da sala
Tocando bronha pela Luma*

Se chego num bar sou esculhambado
Aí me sento de lado e toma uma breja
E todos sabem que é sem álcool
Quem diria ora veja

Ah doutor, pelo amor de Deus
Salve o meu fígado
(...)

(*Tá, essa parte não, haha)

Velhas Virgens - Mea Culpa

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Coisas simples

Às vezes eu me pego escrevendo pequenos e intensos pensamentos em qualquer canto. Acho essa uma forma engraçada de me expressar. São pensamentos tão íntimos que quando me dou conta, me ponho a riscá-los ou apagá-los. Mas não antes de esboçar um sorriso amarelo e dar um risinho nasalado (Sabe, aquele curtinho que só sai ar pelo nariz, e uma só vez?). (...) Fora isso, me divirto quando as folhas caem das árvores. Adoro o som do pisar em folhas secas. Na rua a caminho do cursinho sempre que tem alguma, faço questão de tirar o fone quando vou pisar em alguma. Isso quando estou de fone. Prefiro andar sem, adoro o barulho da cidade. Me divirto quando os sinais que tem na avenida da praia estão fechados, não há carros, e por alguns segundos não há som nenhum, só de fundinho, bem baixinho, o som do mar. Gosto também de quando estou andando, ouvir o que as pessoas passam falando por mim, e juntar uns três comentários e fazer uma frase engraçada. (...) Acho engraçado as pessoas fazerem a mesma pergunta sobre as coisas. Como quando eu desvio de um bueiro, e falo que não passo por cima sei lá eu o porquê, elas perguntam se eu tenho medo de cair. É... Eu dou valor pras coisas simples.

Um poema de S. de Melo. (Procurei na internet esse poema, pra ver o nome certo do autor, mas nada. Só mesmo nos livros perdidos aqui de casa...)

Memento

Deixa que as coisas corram
Vela por ti, sentindo teu interior;
Não te preocupes, pois nada adiantará.
De que vale tanto pensar
Se as resoluções só vem depois?
Seria quereres resolver o futuro
Vivendo o presente.
Não te atormentes tanto;
Só existe o hoje e nada mais.
É estupidez da mente pensar no amanhã.
Se amanhã poderá estar tudo diferente.
Tudo é evolução, tudo é progresso;
Só a experiência te levará a algo.
Vive intensamente cada momento.
Pois, só este é real em ti.
Não te desesperes nos momentos de tristeza;
Procura ser triste e tudo compreenderás.
Não esperes as soluções a longo prazo;
Elas te tiram o elã da vivência;
Só existe em mim agora;
Um agora que sempre foi eterno.
Enquanto sentires o que poderia ter sido
Se os cálculos se concretizassem,
Teu sofrimento seria grande,
Tua vida, um deserto
Tuas realizações, um nada;
Carregar-te-ás de vibrações negativas
Teu sentir será melancólico,
Teu proceder, diferente,
Tua compreensão, falha.
Não estarás em ti mesmo
E poderás perder para sempre
Aquilo que sempre foi a razão de viver!
A chama ardente do amor
No mais profundo do teu sentir,
A qual ali foi implantada, cultivada
Agora liberada e sentida.
Conserve-a pura e cristalina
Não deixe que falsos sentimentos
Deturpem essa flor pura
Que espalhará teu perfume
Enebriando em ondas de paz
Tudo e todos que de ti se acheguem.
Lute, não permita que te vençam,
Agora que tudo está em ti.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Nada e tudo

Eu senti o que não era pra eu ter sentido. Senti nada. Mas foi um misto de nada com tudo. Que não sei explicar. Era nada, mas era pra ter sido algo, então na dúvida do que ser foi tudo. Nada e tudo de uma só vez. Juntos num só espaço, como se nada pudesse ocupar espaço, e tudo caber em algum espaço delimitado. Sem paciência pra filosofar mais...



"O que mais parece um sonho,
que me fere e que me faz tão bem."
Zenicodemus - Vagando nas Estrelas

domingo, 17 de agosto de 2008

Viva São Paulo!

Sempre parece que quando vou à São Paulo as coisas se resolvem dentro de mim. Pode haver uma batalha homérica entre meus pensamentos, que eles se acalmam com um ônibus, uma estrada e pessoas diferentes. Foi realmente bem agradável. Não conhecia ninguém, mas isso nunca foi um problema pra minha pessoa... Bom, fui à São Paulo para ver o show da banda do meu irmão, Zenicodemus. Foi bem legal. Cantei muito, gritei muito, pulei muito (pulei até do palco!), e enfim. Como sempre:
DIVERSÃO POUCA É BOBAGEM.
Sendo assim, minha sexta-feira foi tão divertida quanto. Churrasco com as pessoas do terceiro ano. Um pouco de blábláblá pra variar, mas enfim. Que post mais: Vou contar meu fim de semana. Mas é que, é que, é que... Ah. Tchau!
2004... Adoro a simplicidade dos meus poemas de 13 anos.



Meu amor

Ei, você!
Chegue mais perto.
Tenho algo a lhe dizer.
Não consegue ler em meus olhos?

Eles transmitem a minha maior ilusão.
Meu coração sofre de amor,
Que nem a mais eterna escuridão,
Fará ele sofrer tremenda dor.

A cura logo chegará.
Junto à um lindo ser
Que um dia voltará.

Como se tudo fosse possível,
Como se tudo pudesse voltar.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Possessividade e outros mais

Possessividade. É sobre isso que eu vou falar hoje. (Vim o caminho todo do cursinho pensando em começar assim, então daqui pra frente não me responsabilizo). É engraçado ver o quanto as pessoas são possessivas, e não me excluo dessa lista de maneira alguma. Não é a possessividade material, que envolve dinheiro... É a noção que as pessoas têm de achar que são proprietárias de outras pessoas. Regulam suas ações, medem suas opiniões, opinam em suas escolhas, e tentam tomar controle de toda uma situação. Não se trata de ciúme, é a pura e rude possessividade. Depois de algum acontecimento elas acham que são donas do outro... (...) (Calma, estou pensando porque isso acontece). Talvez seja uma forma de se achar mais forte, de não se sentir só. Pode ser também puro egoísmo. Ou talvez a ausência de qualquer outro sentimento mais forte resulte nisso. Não sentimos nada pelo outro. Mas queremos possuí-lo. E ao mesmo tempo, não queremos que ele nos possua. (Não veja isso de uma forma pornográfica, por incrível que pareça eu não estou vendo assim. Haha). Agindo assim, já busquei sim atenção. Hoje é tudo o que eu menos quero. Aliás, vou falar sobre outra coisa agora.

Intrometimento. Essa é a segunda coisa que eu vou falar. Por que catos ainda há quem insista em se intrometer na vida dos outros? Queria saber o que se ganha por isso, de verdade. Deve ser atenção. Então tá, continuo sem a menor vontade de ficar falando da vida dos outros. Não sou uma santa que não faz comentários sobre uns e outros. Mas de fato não espalho fofocas. Ao mesmo tempo que me revolto, no fim (Como sempre) eu acabo rindo da situação. Argh. Deveras: Quem conta um conto, aumenta um ponto. Que morram todos os intrometidos. (Momento mimada revoltada). Tchau. (Momento mimada revoltada 2).

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

E a semana se arrasta

Qual seria a graça de postar, se (E somente se! Haha, maldita seja a Matemática) tudo o que eu dissesse não tivesse o real sentido encrostado apenas nas entrelinhas? Onde mais poderia colocar todo o meu lado pseudopoéticocriativo*? (...) Se minha segunda-feira foi arrastada, minha quarta-feira foi pavorosa. O que tá acontecendo nesse mundo? Quanto ponto de interrogação hoje... Azar o meu... Faço quantas perguntas eu quiser, tá? Não gostou? Azar o seu agora. (Como estou idiota... É o sono...) Enfim. (...) Bem que me disseram: o orgulho precede a lamentação. Tá, não foi bem desse jeito que disseram, mas enfim. BLÁBLÁBLÁ. Não estou me suportando, não estou suportando este post, não estou suportando essa dor de cabeça, e por incrível que pareça não estou suportando a sensação orgástica de digitar basbaquices no blog. Então... Beijotchau!

* adoro essas palavras inventadas com pseudo na frente...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

12 de agosto de 2002

LUTO

É, seis anos... E não sei porque ainda me importo com isso. Eu consegui passar o dia todo fingindo que hoje nem era dia 12 de agosto. Mas é. É, e eu não vou poder mudar isso. E eu não sei porque isso ainda me afeta. Mas sei o que isso mudou em mim. Foi por causa desse dia, que hoje em dia, quando eu fico com raiva de alguém, eu logo faço esse sentimento acabar. Não odeio ninguém, e se me incomodo com alguém, passo a não dar a mínima. Se você me perguntar o que aconteceu nesse dia, eu posso até dizer. Mas você talvez nunca entenda tudo que isso envolve. Vai me achar idiota, ou qualquer outra coisa. Não sei o que eu sou. A única coisa que eu de fato me arrependo até hoje, é nunca ter dito: Eu não odeio você. E hoje não vou colocar poemas, mas uma música, que me lembra muito tudo o que eu passei, tudo...



Zélia Duncan - Não tem volta

Se você vai por muito tempo
Você nunca volta
Você retorna, você contorna
Mas não tem volta
A estrada te sopra pro alto
Pra outro lado
Enquanto aquele tempo vai mudando
Aí, de quando em quando você lembra
Aquele beijo
Aquele medo
Mas você sabe que tudo ficou antigo
E você não volta
Nem com escolta
Nem amarrado, porque o passado já te perdeu
E o perigo muda mesmo de endereço.
Não existe pretexto, o dia mudou
O carteiro não veio
O princípio é o meio
E você retorna, mas não tem volta.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Segunda-feira modorrenta

Argh! A partir de hoje (não sei se já disse isso) eu odeio terminantemente segundas-feiras, e todos os outros etc-feira. E não afim de ser poética hoje, e ouvindo umas músicas muito engraçadas do Velhas Virgens. E não vejo a hora de chegar o dia do show deles... Vai ser uma bebedeira muito louca, muitas risadas, muita música legal e ééé. É disso que eu preciso. DA BOA E VELHA BOEMIA! Saímos como zumbis hoje do cursinho. Ninguém aguenta mais nada. E é isso que me salva, a boemia. E que venha sábado também, pra eu fugir pra São Paulo. E ah. Tá, não vou desistir...
Poema de 2006...



(Sem título)

Tire essa fantasia de palhaço menina!
Esse escudo
Essa carapaça.

Jogue longe essa tristeza menina!
Me mostra o seu sorriso
A sua beleza.

Ergue essa cabeça menina!
Cadê o seu orgulho?
Não o esqueça.

Largue esse passado menina!
Sorria e venha...
Venha viver o presente com quem te mereça.

domingo, 10 de agosto de 2008

Por poética...

Não sei o que tenho a dizer. Escrevo e apago inúmeras vezes. Não sei o que pensar. Não sei se tenho algo pra falar. Mas que eu preciso, isso eu sinto que sim. Preciso dizer pro mundo que, que, que. Eu não sei. É simples. Não sei. Não sei. Não sei. Ou finjo que não sei. Tá, tá... Tem aquela velha história de que o que é mais fácil nem sempre é melhor. E blábláblá. E me envergonho de qualquer um que possa ler esse texto. No exato momento sou um nada. Um vazio. Um cheio de vazio repugnante. Sem conteúdo, forma, sentimento, sensação, rosto, movimento, pensamento. Sou uma mera máquina de escrever. Que escreve sem mesmo existir um escritor. E em meio tantos devaneios, sou interrompida por outros tantos meros que tem muito menos pra fazer do que eu. E tenho raiva, e me revolto. Mas de uma maneira tão branda, que não sei se é mesmo raiva e revolta. Não é nada. E se era, que deixe de ser. E o que eu escrevo não tem nexo. Nem começo, nem meio, nem fim. Mas eu escrevo. É disso que preciso. Que meus dedos comecem a doer sem razão alguma. E que em outra hora qualquer eu leia tudo isso e ria de mim. Ou não ria. Mas sei que o melhor jeito de fazer as coisas melhorarem, é rindo. Sempre vou rir. De tudo. De cada detalhe do dia-a-dia. Sempre digo que as pessoas são engraçadas, pelo simples fato de serem pessoas. Ser, ser, ser, ser, ser, ser, ser. Se eu repetir muitas vezes me parece deixar de ser. Já não é verbo. Já não o conjugo mais. É, e ponto. É É É É É. Sou louca. E deixo aqui, aos que não sabem ler, um texto sobre nada.

Carne e Osso

"A alegria do pecado às vezes toma conta de mim. E é tão bom não ser divina. Me cobrir de humanidade me fascina, e me aproxima do céu. E eu gosto de estar na Terra cada vez mais. Minha boca se abre e espera o direito, ainda que profano, do mundo ser sempre mais humano. Perfeição demais me agita os instintos. Quem se diz muito perfeito na certa encontrou um jeito insosso pra não ser de carne e osso." - Zélia Duncan

* Como uma luva...

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

João e Maria

Ah!! O bom e velho MPB... Como ele me faz pensar na vida e me sentir a criatura mais feliz do planeta! Me sinto a própria Amélie Poulain, que se delicia com os menores detalhes do dia-a-dia. (Como colocar a mão dentro de saco de grãos). Fico levemente triste ao lembrar que existem seres humanos tão pouco humanos ao ponto de serem meros chacais, escória da pior espécie. Que dizem e se contradizem, e se contradizem na contradição de tentar dizer a verdade quando mentem. Mas ah...

"Agora eu era o rei,
era o bedel e era também juiz.
E pela minha lei,
a gente era obrigado a ser feliz."

Passar bem e satisfações para Dona Hermeningada.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Passado presente futuro

É, tem gente que não muda. E que fique registrado, pra eu nunca mais pensar em me surpreender com isso. Tudo bem que eu ri ao descobrir, ou redescobrir, tal fato. Mas enfim. Como eu tinha pensado era tudo falaçãozite... To com muita vontade de rir. (me segurando pra continuar o post). O que mais me admira é ver que apesar disso eu continuo tranquila, e focada no que disse no post anterior. Sim, comecei a fazer e deixei de só falar. E pra terminar a jornada do dia ainda faltam algumas horas de leitura, mas não pude deixar de vir postar mais uma peripécia que as pessoas não deixam passar sem mim em suas respectivas vidas... E continuo naquele surto de felicidade.

Click! [5]

* Teatro Coliseu - Melhores do Mundo: Hermanoteu na Terra de Godah
ps: MUITO BOM!

domingo, 3 de agosto de 2008

Essa é a hora!

Chega de só ficar falando. De verdade, falei muito por muito tempo. E agora vou começar a fazer. Só ficar sonhando não vai me levar a lugar nenhum. Estou pronta e muito disposta. Não vou ficar só nó "querer, tentar, deixar". Não ligo de perder minha vida social por uns tempos, é sempre por uma coisa maior. Então se eu sumir, não me venha com um discurso cheio de: você não se importa com ninguém. Porque eu vou ser fria e dizer que de fato não me importo. Não agora, não é hora para os outros. Vou ser egoísta, chata e dedicada. Tá... Menos aos sábados à noite. Nesses "eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". Ai ai. FELIZ FELIZ FELIZ!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Tchubaruba

Sabe quando você percebe que apesar de todos os problemas que você cria, no fim tem coisas TÃO MAIS IMPORTANTES pra você se preocupar do que com uma simples grosseria de um, uma infantilidade de outro, e qualquer outra coisa de qualquer outra pessoa? Pois é, foi isso que eu acabei de perceber. Simplesmente não dou a mínima pro quanto o mundo pareça querer desabar (nossa três verbos de uma só vez), tenho tantas outras coisas pra fazer, que toda essa gentalha vazia de conteúdo não consegue nada de mim além de me fazer perder tempo. E pra todas essas pessoas, um abraço, um beijo, e vá pra puta que pariu. *fazendo cara de fofinha insuportável*

Fora isso, colocarei um poema ignóbil de 2005.



Drogados

O ódio que corre em minhas veias
corrói a minha vida,
polui a minha mente
e me torna insana.

Meu corpo
não suporta tamanho sentimento.
E isso só me torna
cada vez mais rancorosa.

Se procuro esperanças ou soluções,
acredite,
é só mais uma busca em vão.



*Para os desprovidos de extenso vocabulário, vide Internet:
ignóbil - do Lat. ignobile:
que não tem nobreza; desprezível; abjecto;
vil; baixo; torpe.


*E eu falo mal o quanto quiser dos meus poemas!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Click! [4]


Rêve

Ando tendo uns sonhos muito estranhos, e umas preguiças enormes de colocar poemas aqui. AZAR! Faço o que eu quiser, na hora que eu quiser, onde eu quiser, com quem eu quiser. (Tá, isso não tem muito a ver com os poemas não colocados, mas enfim). Estou sem pressa, muito calma mesmo, mas sem paciência alguma, e muito muito muito afim de passar na faculdade. E essa é a última vez que eu falo isso esse ano, já que segunda-feira começam as inscrições pra Fuvest. Daí as coisas ficarão TENSAS. Mas enquanto isso eu fico me divertindo com as peripécias da minha vida.

Fiquei pensando em palavras estranhas com p:
peripécias, periculosidades, petiz, perclórico, pederasta, prosápia, proletário, pétilin.

Tudo muito estranho...

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ônibus rosa

Você já passou 48 horas num montanha russa? Pois é, eu já. Fui levada aos extremos de todas as emoções que outrora senti em um único e intenso fim de semana. Em saber que ao fim, todas essas emoções foram levadas para longe num estúpido ônibus rosa. Ônibus... A partir de hoje, tenho raiva de todos eles. Tudo neles machuca. Me doeu voltar pra casa, foi amargo. Tudo tinha gosto amargo. Os sons, o banco, as pessoas, o saculejo, o barulho. O barulho que me faz lembrar quem uma vez partiu em um deles. E agora eu espero que outro ônibus me traga de volta o que hoje um estúpido ônibus rosa me levou...

sábado, 26 de julho de 2008

Eu hem

sempre quis postar quando tivesse um pocuo amais. pra depois ler e ver se escrevi mt errado. peloq eu to tnetando enxerrgar acho que nao. o dia tá legal, e vai ficar mais ainda. tudobem que vuo tre que dar mooooooooool role. mas enfim.

DIVERSÃOOOO POUUUUUUUCAAAAA ÉÉÉ BOBAAAAAAAAAGEEEEM!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Outros nomes

Eu inventei outro nome. Talvez pela vontade de querer fugir de mim, de querer mudar. Ah, eu sempre tento mudar. Mas no fim, não me deixo mudar. Querer, tentar, deixar. Inventei uma nova pessoa, com outro nome, outra idade, mas os mesmo gostos, e todos os mesmos e amargos pensamentos. Sempre amargos, mas nunca pessimistas. Não sou, nem serei pessimista. O mundo não conspira contra mim. Não sou vítima. Mas sou culpada, e adoro ser a culpada. E acho graça. Acho graça disso e de todo o resto da vida. Acho graça em aflorar em mim esse lado ultra-romântico por causa de um filme. Não sou Camila, nem Poliana, mas sou Pétilin e tenho muito mais orgulho. E assistam 'Nome Próprio'.
"E se não gostou, pare de ler."

E é aqui que me perco e já não sei o que pensar. Quando tiro meu sapato, fecho a porta, e não deixo ninguém entrar. É nesse meu mundo que ninguém pode entrar. É um outro nome, uma mesma cara, e toda aquela velha história, ou uma nova história. São paradoxos, opostos e complementares. Se fundem em mim os pensamentos que vejo jogados no ar pelos outros. Tão pseudo-recicláveis. E ninguém os enxerga. Sou confusa, mas não peço que entendam. Só peço que não sumam.

Tudo isso é pra ninguém, pra todo mundo, e principalmente só pra mim.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Os outros...

Ai os outros... Erram conosco, e é conosco que os outros ficam bravos. Vai entender... 2004. Muito criança...



Sol

Ah Sol,
Que inveja eu tenho de ti!
Já que tu é que podes
Acordar o meu amado,
E iluminar-lhe a vida.

Tu que podes esquenta-lo
Sem nem dar um abraço.
E és tu que deixas saudade
Nas frias tardes de inverno.

Quem me dera ser o Sol,
Que cada dia nasce
Mais brilhante
E ilumina a face mais bela.

Até quando tu te escondes
E deixa a vista pequenos raios
Tua beleza é inquestionável.

sábado, 19 de julho de 2008

Click! [3]

* nerdiando

Tarde da noite

Tenho quase certeza que nunca postei tão tarde. Disse QUASE certeza, porque vai saber . Nossa, dia agitado que foi quinta-feira... Tão agitado que não fiz nada hoje. (Ham, quem liga pra isso?)
(...)
Tá, vamos às filosofias. Tava pensando que é engraçado o quanto as pessoas não vivem sem problemas. É verdade, você passa a sua vida resolvendo problemas. Às vezes, só pra amenizar, as pessoas chamam problemas de outras coisas: conflitos, assuntos pendentes, compromissos, ou qualquer outra basbaquice que soe mais fácil de se resolver. Só que a maioria, além de se prender a todos esses problemas, ainda tem vontade de dificultá-los. Me falta entender o porquê disso... Chega de viajar. Sei lá o ano...



Passado

Eu me olhava no espelho
e meu reflexo dizia que eu não era mais a mesma.
As histórias acumuladas me fizeram mudar.
Pra pior, foi o que me disseram.
Eu que procurei saber, mas não devia.
Acho que saber o que você se tornou
influencia ainda mais no que você ainda irá se tornar.
Os abraços não são os mesmos
e é mentira querer insistir dizendo que são.
Mas terminar essa história não é a melhor saída.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Click! [2]

* detalhe para o papel higiênico (?)

Blablablá!

Toda hora venho aqui com perguntas. Mas por que raios as pessoas têm mania de querer magoar as outras? Maniazinha infernal essa... Uma coisa é você querer ser só você mesmo e isso incomodar alguém, outra coisa é você se forçar a ser alguma coisa. *sem.paciência*
Em contra partida essas coisas revoltantes dos outros me encontro muito bem, obrigada. Vou largar aí um poema qualquer de 2007, e vou me colocar a ler os livros pro vestibular.
Au revoir. (Ao estilo mais FakeFrench (ah ééé LE TRIGRE!) ever). (?) - NÃO PERGUNTE.



Larguei...

Os vícios, os abismos, os medos.
E a vergonha.


Vergonha essa que me impedia de ter boas lembranças...
E que até hoje me faziam rir sem graça.

E o que me sobra?
As palavras, os gritos, as risadas.
Os sons que me ensurdeciam e que tanto me enchiam de prazer.

Do calor que gerávamos nos dias mais frígidos do ano.
Tão atuais, tão presentes, tão cegamente necessários.
Que me fazem trocar em miúdos cada segundo

Cada olhar, cada nossa sensação.

domingo, 13 de julho de 2008

Domingo pé de cachimbo

Nossa, desenterrei minha vontade de ouvir Red Hot Chili Peppers. (...) Sabe quando passa um dia e você sente que aprendeu muita coisa sobre si mesmo, mais coisa do que poderia ter aprendido em uma semana ou em um mês? Pois é... Tava precisando parar pra pensar de novo. Enfim...
Feliz, feliz, feliz. :)
- 2006



Torpor

Só conto com a nuvem distorcida
das impressões mal traduzidas
para entender o que se passa.
Porém nem tudo que parece é.
A maior parte das pessoas,
passa a vida sem descobrir
quem gosta delas e quem não gosta...
Mas sei que eu não tenho que
me preocupar com isso.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Barulho da Mente

Realmente é MUITO engraçado analisar as atitudes das pessoas. Todo mundo é muito extremo. E a maioria, querendo ou não, é muito calculista. Eu continuo me matando de rir com essa vida mundana. Ai ai... 2006 vai...



Tente se lembrar

Você pode tentar respirar calmamente
e dar os passos que quiser.
Mas será meu vento de lembranças
que o assustará, mesmo quando leve brisa.
E a dor do nosso adeus
retornará à sua mente e alma.
Você vai querer correr para longe,
mas meus abraços o farão voltar.
Porque se alguém,
além de mim e todo mundo,
puder aceitar a verdade,
você saberá a quem amar.

Certezas

Você já teve alguma certeza na vida?
É eu tenho, tenho três certezas...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

PorPuraFilosofia

É incrível como as pessoas têm o dom de fingir que as outras pessoas são descartáveis nas próprias vidas por puro orgulho. De um dia pro outro fazem elas parecerem que nunca foram importantes. Fico tentando entender pra que criar tanta imagem sendo que você está se sentindo afetado. Às vezes fico me achando estranha demais por conseguir analisar essas situações friamente, mas acabo rindo de tudo isso. Seres humanos são cômicos. E queria conseguir mostrar isso pra todo mundo. Mas não, sou apenas uma dos que nunca foram importantes.
(...)
Blábláblá 2007



Vinte e dois

Não sentia mais os meus pés tocando o chão.
Fui levada à um nível de êxtase controlador
que eu não fazia a menor questão de contornar.
Como um brilho que ofusca minha visão
sorri para um mundo de dúvidas e oportunidades.
Corri para tentar atrasar o futuro e aproveitar o presente.
Quando percebi que o futuro é presente.

domingo, 6 de julho de 2008

Click! [1]



17 anos e fugiu de casa...

Ê! Passou! Fim de semana bem agradável!
Sexta feira a noite com o povo do coc,
sábado a tarde meninas e a noite galera.
E pra completar um dominguinho de ensaio e bolha no dedo.
Enfim. Vou de 2008 agora...

"Não sei se caso ou se compro uma bicicleta"

Não acho resposta

E se eu me precipito e me jogo em um abismo?
Serei mesmo capaz de levar comigo toda uma linda e utópica história de alguém bem sucedido?
E se eu me prendo e me acorrento e me faço escrava de mim e dos meus pensamentos?
Não seria mais fácil apenas jogar tudo fora e receber do mundo uma bicicleta?
Com ela eu iria, ao menos, à um lugar novo.
Mas bastaria isso para eu ser feliz?
Ou seria melhor apenas me sentar e brincar de saber escrever,
e dizer ao mundo que exploda todas as suas bicicletas e os seus casamentos?
Já não me precipito.
Precipício.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Fuga no carro

Ufa! Acabou-se a tensão pré-aniversário. Agora é só esperar sexta-feira à noite pra ir ao bar com o povo do cursinho e do colégio, e sábado à noite pra ir à outro bar com a galera e família. Diversão pouca é bobagem.
E de repente tô me sentindo inexplicavelmente feliz e tranquila. Mentira, massagens ajudam.
(...)
Tá, depois do meu aniversário isso aqui vai virar um blog mais poético.
since 2006.



Para uma viagem

Foi olhar pra trás,
e ver aquela estrada aumentar.
O que fez doer um pouco mais,
sonhar um pouco mais...
Fantasiar dias inteiros ao seu lado,
conforta a idéia de não te ter perto de mim.
Engraçado é fechar os olhos e imaginar o seu abraço.
Já não importa o que vai acontecer.
A minha verdade eu que faço.
E a nossa verdade, já não interessa a ninguém.
Hipocrisia tentarem explicar o verbo amar.
Sorte não ser apenas amor o que sinto hoje,
mas sim um sentimento que ainda não foi nomeado
por nenhum ser errante.
É único, constante, sem conjugação, sem derivação,
e sem posteriores.
Simples pelo ser.