É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Argh
Acabei de postar, e achei ruim tudo o que eu escrevi. Já percebi o que faltava. Precisava me trancar no meu mundo, fechar a porta e tirar os sapatos. Sou a pura personificação das sensações. Admiro, aprecio e me completo com cada sensação. Se outrora estava vazia, agora estou completa por ter me sentido vazia. Se estava triste, fico feliz por saber que fico triste. Se não amei, fico feliz por saber que sinto sim falta de amar. Não sou tão não humana, como achei que era por influência de leituras. Sou sim, muito, mas muito mesmo, humana. Sinto ódio e amo ao mesmo tempo. Sinto frio e calor. Fico triste. Mas não sou. E não gosto destes poetas que dizem que devemos ser tristes pra entender o mundo. Não digo que entendo o mundo, aliás ainda não pretendo entender. (AINDA!). Mas que tristeza dói, dói. E eu gosto de saber que sou capaz de sentir essa dor. Achava que seria impossível viver qualquer outra montanha-russa. Mas é porque deveras, nunca tinha sido tão intenso. E agora, aquelas sensações foram mínimas. O mundo é maior, meus sonhos são realmente maiores, e as sensações, ah, já nem sei o que dizer. Me vieram tantos adjetivos, tantas coisas pra falar, pensei demais pra digitar, e elas se perderam no caminho da cabeça para as mãos. E agora estão no meu coração. Alojadas no meu âmago. E sinto prazer em senti-las. Sinto prazer no ser.
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