quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Não menos poética

Como eu disse, depois da tormenta vem a calmaria. Ontem veio uma das maiores tormentas que eu passei em um dia. Eu quis desistir de tudo. Eu disse de TUDO. Eu vivi cuspida ontem. Me senti vazia o tempo inteiro. E hoje acordei pensando muita coisa. E agora, nesse exato momento. Estou me sentindo completa. Completa comigo mesma. Não tenho tudo o que eu quero, e ainda bem. Se eu tivesse, não teria graça. Mas estou num pleno momento de transe, onde tudo é lindo, fácil e agradável. E depois de ontem, não me proíbo de ficar assim. Bom, chega de falar de mim... Random mental...

Eu não! Eu só queria um livro, uma cerveja, um violão, um cigarro. Sabe, essas coisas nostálgicas. Eu só queria amigos. Eu só queria mais força, mais amor, mais abraço, mais beijo. Eu só queria um insenso, um cheiro bom. Eu só queria um pôr-do-sol. Eu só queria um shorts. Eu só queria uma brisa agradável. Eu só queria sexo. Eu só queria dizer: Eu, eu amo você. Eu só queria rosas, girassóis e copo-de-leite. Eu só queria luz vermelha. Eu só queria bossa nova. NOVA. Eu só queria um recomeço. Eu só queria falar. Eu só queria ouvir. Eu só queria que sempre tivesse sido assim. Eu só queria rir até doer. EU QUERO É MAIS.

(Só porque eu to ouvindo a música Eu quero é mais, da banda Paúba Boss’n’blues Paradise, tudo culpa da Marina.)

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