É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Antes que eu tenha a chance de mentir
Para evitar qualquer revolta minha comigo mesmo, vou tentar fazer deste post o mais confuso. Para que talvez eu não entenda depois, e pense que fora apenas um lapso aleatório de coisa nenhuma. Certas coisas andam perdendo a graça muito rápido. Em menos de cinco minutos toda a minha expectativa em relação à algo, acaba. Assim mesmo, simplesmente acaba. Acho que ando levando o sentido de "vida fugaz" muito ao pé da letra. As coisas estão muito voláteis isso sim. Uma hora as tenho, e no instante seguinte, não tenho mais. E deixo de ter por vontade própria. Tenho quase certeza que não passa de medo. Medo de quê? É a pergunta que me faço o tempo todo. Outra quase certeza é que seja medo de me sentir presa. Então me faço livre, livre para poder ser o que eu quiser, achando de maneira muito egoísta que ninguém é capaz de me deixar ser assim. Mas sinceramente, até agora ninguém me provou ser mesmo capaz de me fazer sentir essa liberdade que tanto anseio. Tudo me parece errado e confuso. As pessoas falam e fazem coisas muito sem sentido, sem graça, sem, sem, sem e ponto. Acho que procuro pessoas perfeitas, quando nem eu sou assim. Apesar de achar um saco em certas coisas perfeitas, talvez seja isso mesmo que eu esteja procurando. Acho que pela primeira vez vim postar sem saber o que estou pensando ao certo, e sem ter uma opinião pré-formada. Vim falar sobre nada, então acabo de falar do nada também.
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