Achei poético esse título. E a música serve de trilha sonora para esse post. Tenho quase certeza que ela será perfeita. Não por ser antiga nem nada, mas por ser profunda. E ela me dá a vontade de sair gritando pelo mundo pra ver o que dá pra fazer com a voz. Pra ver se ela muda o mundo. Pra ver se eu mudo o meu mundo. A minha parte dentro de mim. Não vejo a hora de digitar esses textos longe de casa. De ter que falar: Ah, no fim de semana eu desço pra Santos... Não me vejo mais aqui. Não sou daqui. Só não sei ao certo da onde eu sou. Mas sei que assim como Alice, eu vou descobrir. É, eu sempre acho alguma pessoa fictícia para me basear. São Quillys, Alices, Camilas e Polianas... E delas saem a Pétilin. Ou já existe essa Pétilin, que vem aparecer depois de muito errar, e ouvir, e ver, e cantar, e viver...
Vem vamos embora,
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora,
não espera acontecer!
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