segunda-feira, 22 de março de 2010

Da sede eu trago...

Quando digo que tenho sede, não me falta água... ME FALTA MUNDO!
Ah que sede que tenho dessa imensidão.
Ou até, apenas da pequenas partes, das pequenas cidades.
Uma falta puxa outra. E fico querendo tudo,
mundo,
mudo.
Mas pra isso me transformo,
muto.
Rompo minhas barreiras, fragmento meus pensamentos.
Levo pouco. Mas trago muito.
Trago leve e solto. Como um trago num cigarro. Mas ainda trago muito...

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