quinta-feira, 7 de julho de 2011

Sal a gosto

Ele fumaça, ele riso, ele perdido. Eu querer, eu areia, eu perdida. É sal a gosto o tempero que em nós fervilha. Tenho para ele o sorriso escancarado, o passo requebrado e a brincadeira espirituosa. Ele tem pra mim nossos segredos e lembranças, o imaginário chapéu branco e uma pétala de rosa. Da rosa que eu despetalei e joguei em nossos corpos e copos sempre cheios. Eu cerveja, ele wiskhy, nós cigarros. Ah madrugadas... Essas passam tantas e se perdem. Ele eu reencontro sempre, e sempre me garanto. Agora aguardo, o encontro desencontrado que marcamos juntos. O mar, a cidade e toda música que nos cercará, tem a responsabilidade de nos silenciar...

Um comentário:

henrique disse...

gostei gostei gostei gostei