Hoje conheci um marinheiro, Martin Gonzalez. Me lembro de uma cor azul e uma chama quente no meio do mar... Conversamos pouco e durante nossa conversa sobressaía apenas o cheiro de alfazema. Seu toque me era leve. Os tambores rufavam ao nosso lado. Ele fala pausada. Eu voz tremida. Eu pisava sobre o mar, não sei como, mas nos mantínhamos em pé. Ele me disse para continuar, seguir em frente. Mas que nunca deveria esquecer o diálogo com olhos nos olhos. Ele, mantinha os olhos fechados, pensava muito. Contou-me sobre a necessidade da água. E disse que perto ou longe dela, ele estaria ao meu lado...
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