É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
É como...
...se da noite pro dia fôssemos amigos, irmãos, amantes, enamorados. Uma profusão de sensações que me enlouquecem. Só posso estar louca...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
À parte da poética
Andei procurando os porquês. Andei questionando meu passado. Encontrei diversas respostas, mas aumentei ainda mais o número de dúvidas. Nunca fui de olhar pra trás. Nunca fui de me arrepender. É só que para enfim acertar preciso peneirar minha história. - Aquela coisa de separar o joio do trigo. - É um trabalho cansativo, nostálgico, doloroso, pesado. Me pesa nas idéias, na mente, nas costas, nas verdades, no coração. Se é assim, realmente necessário, só saberei quando concluir o processo. Mas, concluir o quê? Acertar em quê? Não faço, sinceramente, a menor ideia. Sinto apenas que preciso, dessa introspecção, dessa meditação, desse silêncio e quase talvez de alguma lágrima. Estou precisada de calma, paz, serenidade, mar. Preciso deixar o mar me engolir. Preciso me revolver em sua maré raivosa, em sua ressaca dominical. Para enfim acabar com esses tormentos silenciosos que avassalam o meu âmago, e cansam o meu pensar. Preciso ser jogada à areia como peso morto, sem valor. Como flor pra Iemanjá. Preciso me despetalar, desabrochar. Preciso acordar ao sol, fadigada de mormaço. Preciso despertar ideias, soluções. Preciso disso tudo, nisso tudo, achar a palavra que me falta pra acabar com essa história.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Terra que a todos seduz
Eu me perdi nessa contagem de números. Poderia estar em um lugar, mas estava em outro. E estava enfim com aquele que eu quis anos atrás. Pela primeira vez me senti errando muito pra ter algo que sempre quis. A música, a luz, o lugar, nunca vão sair de minha mente, nunca se apagarão da minha história. Não consigo nem colocar em palavras o que senti. Mas sei que nunca o perderei...
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Preciso encontrar o meu...
Garder les yeux encore un peu fermés pour te voir sourire dans le noir, une mousse d'étoiles, on lève les voiles, entends-tu ma voix qui te chante reviens-moi?
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Apazigua meu amor, apazigua
É. E não é que Santos me trouxe paz? A família, a casa, a paz, as certezas. Aqui tenho isso e mais um pouco. Passar outro mês nessa cidade não parece ser a pior coisa do mundo. Por hoje só quero casa e aconchego. Mas a farra que me aguarde...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Decifra-me ou devoro-te
Tudo está nisso. Em decifrar-te. Mas não consigo. Enlouqueço. Talvez seja a sobriedade que lhe falte, quem há de saber? Já sussurrei, já falei, já gritei, e nada. Toda ação precisa de uma reação, por isso eu fico esperando. A saudade continua sem machucar, porque as lembranças que tenho de ti são perenes, tranquilas, felizes. Tal como sua presença, com adendo de confuso. Porque enquanto eu engasgo com tantas palavras, sobra-te o silêncio que não sei manter. Inicio os meio sorrisos, os meio olhares. Sempre buscando respostas. Esse "é isso porque é isso", nunca me desceu bem goela à baixo. Mas por enquanto é isso, porque é isso.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Enfim, triste
Meu tempo está confuso. Sinto-me perdendo horas da minha vida. Deixando-as passar vagamente. Enquanto isso estou perdendo todo meu cerne. Meus dias estão arrastados, monótonos e iguais. Sinto que já vivi três meses desde que cheguei em Santos. E o pior é que não passou nem um mês inteiro. Não acredito que as férias passadas tenham sido assim, porque sinto hoje meu corpo dolorido por essa experiência vã. Assumir essas palavras, torná-las reais e conexas, me entristece. Sinto-me verdadeiramente triste.
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