
A sintonia que não se perde, não se distancia.
A distância que ajuda, ironicamente ajuda.
É amor. Se não for, não é nada que tenha nome.
É paixão, avassala, quase dói.
Num contato meio ardente,
Inerente e até inerte ao que é, ao que foi, ao que será.
Junto as mãos, as pernas, os cabelos, os aromas.
E dessa junção a cena indescritível, meio úmida, escorregadia.
Junto as palavras, mas as perco. Elas fogem, somem. Como se não fossem mais tão úteis.
IMPOSSÍVEL EXPLICAR. Junta tudo, me põe no meio, o põe no meio, e é mais que um.
É mais que universo.
E mesmo que seja inverno, mesmo que esteja frio,
É oceano e verão...
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Oceano em Prudente? EU ACHEI!