terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Regurgitamento

Ponho pra fora agora, à 1h44, tudo o que está em meu interior, e que insiste em sair por vômito. Mas eu faço dessa vontade um vômito de palavras. Gasto meu nobre tempo achando soluções e expliclações que não existem. Enquanto outras tantas soluções se encontram perfeitamente paradas à minha frente, implorando para serem enxergada, mas com minhas lentes divergentes enxergo longe. Sempre a frente, sempre distante. Achando que o que está por vir é sempre melhor do que simplesmente está. E não, quero o que eu tenho agora. Porque daqui pra rfente eu hei de deixar escapar pelas mãos a maioria dos meus desejos. Me resta a pergunta: por que tem que durar tão pouco? - O universo está enfim ignorando os meus pedidos? Porque sinceramente faz um tempo que tudo vem dando simplesmente certo. Quem não acompanhou eu conseguindo o contrato de 3 meses pra aula de desenho, a superação, o medo de ter errado o número do ENEM, mas a então lista da FUVEST pra segunda fase, e a da UNICAMP também, os chutes incertos que no fim davam certos, e a minha enorme sorte no jogo de tabuleiro. Pois é, tudo favorável. Mas agora o destino tá soprando pro alto alguém que eu até queria que ficasse ao meu lado. E é um alto tão distante... - Quais serão minhas fronteiras? Dinheiro, lugar, medo, tempo, faculdade? TÃO INCERTO E NECESSÁRIO.



Jogo-me então para o alto e grito CHEGA.

Cansei de correr.

Então, parei.

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