Fico com a diversão e as comicidades.
De toda uma vida prefiro as histórias.
Porque essas eu reinvento.
Conto e reconto da maneira que mais me agradar.
Vou modificando as lembranças.
Numa verdadeira forma de nunca lembrar.
Talvez não seja mais apenas me enganar.
De mim não escondo as verdades...
E da unicidade parto em dois, três, pra quem eu precisar partilhar.
Acho graça de mim, de você, dele, delas.
Mas observo a mim, e a mim, e a mim.
E não entendo ninguém. Não entendo alguém. Ninguém entende. Não sou ninguém. Não sou alguém.
Não indetermino, mas julgo.
Erroneamente, mas julgo.
Sem observar, julgo. Ao julgar, jogo. Ao jogar, perco.
Ou ganho.
Não importa, eu vou.
Ao ganhar, rio.
Ao perder, rio.
Do riso ao mar.
A brisa pra dar.
O céu a ganhar.
(Desde sempre um digitar, desordenado, mas sempre afobado.)
Nenhum comentário:
Postar um comentário