é o meu amor.
Sei que não é o Tejo,
mas é rio e sente minha dor.
Quem sabe o velho ou a criança, já não sei.
Tudo nisso me surpreende.
E quero não querendo,
e sonho não sonhando,
e penso não pensando,
e vivo não vivendo.
E é essa a pior a parte.
A que dói e não é arte.
Se quer, eu fujo,
se foge, eu quero
Se some, um pulo,
o resto eu libero.
Mas que resto?
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