Apago a luz.
Acendo a alma.
E mesmo assim era tudo sombrio. Não pela penumbra. Mas era um tudo junto tão fragmentado que me assustava. Aqui crianças a brincar, ali crianças a se drogar. E o ônibus que não passa, e o frio não embaça.
É porque é, e eu já não sei responder. Vago vaga-lume.
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