A diferença é que eu sempre vou te perdoar.
Mas não só você. Eu vou acreditar que esqueci. E que você esqueceu.
E esse perdão vai me silenciar. Porque é assim.
Porque eu não sou daqui. Porque eu não sou de lá.
E é isso que vai te confortar. Porque a vontade foi maior, e a festa se fez jus.
Ela será como eu com o meu ele. Meu ele sempre foi certo. Meu ele nunca a quis. Meu ele é meu, é por isso que eu volto.
É por isso que voltamos. Porque mentimos e acreditamos.
E a verdade, é que foi a sua mão que eu segurei, é que foi a sua mão que eu quis segurar, é que foi o seu nome que eu falei que esperava enquanto escorava no poste. E agora aqui, sou eu que faz direito, é você que faz direito, e somos todos de uma turma só. Mas sou que faço arquitetura, é você que faz medicina. E a diferença, é que eu sempre vou te perdoar.
Um comentário:
Dessa vez não resmungado, mas lamentado.
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