sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Os pensamentos embolados

Tenho tanta coisa pra escrever. Tanto pensamento que veio junto nesses quatro dias. Parece que eu ainda tô lá, acima das nuvens, vendo o mundo muito pequeno. Vendo São Paulo como maquete, de cima, e os prédios assim, quase sem graça. Vendo o Rio de Janeiro com um Sol de rachar, e o Cristo Redentor parecendo menor que um chaveiro... Mas calma, é preciso por tudo em ordem. Ver o que presta, esquecer o que não vale a pena, e como sempre rir e ver que eu aprendi um montão de coisa.

Mais pra frente... Agora eu quero é violão!

domingo, 21 de dezembro de 2008

Stay calm

Por esse ano, já deu já... As baladas, as festas, os amigos, os estudos, os amores, os stress, as provas, os vestibulares, as crises, os medos, as bebidas. Foi tudo em excesso. Sem mais planos, só sonhos. Espero enquanto vejo a onda bater.

Rio de Janeiro depois de amanhã. Vai ser ótimo pra refrescar as idéias, por tudo no lugar. Não conhecer ninguém, ter um bom livro a mão. E tempo suficiente só pra mim...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Click! [12]

Luz, câmera, AÇÃO! [4]


Samba e Amor

Eu faço samba e amor a noite inteira
Não tenho a quem prestar satisfação
- Caetano Veloso

Faço minhas, as palavras de Caetano. Fico agora em todo e em nenhum lugar. Me acha apenas quem quiser. Incomunicável por tempo indeterminado.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Progressão

O desespero no dia anterior, o choro na noite anterior, o medo. A noite mal dormida, pesadelos, sonhos. Muita angústia. E repetindo: você ainda tem vestibular amanhã, dorme, dorme! O sono que veio tranqüilo, quase sem querer. A janela aberta que deixa transparecer o dia que amanhece. E sem nenhum esforço acorda, olha o relógio e ainda são 8h. Não deve ter saído. Fecha os olhos. E fica imaginando se o seu nome não estiver lá, se estiver. A dúvida, a insegurança, a sôfrega antecipação. Enfim 9h. Deve ter saído. Pensa em levantar. Ah não. O pai ligaria se o nome estivesse lá. E não liga. E não toca. 9h13. A valsa de Amélie Poulain entoa forte, o coração sufoca. Número desconhecido. Quem é uma hora dessas? E a voz grave, simples e confortante reconhecida de seu pai diz: Parabéns! - Mas ainda lhe resta a dúvida, e pergunta temendo a resposta: O que? Passei? - E a frase que liberta: Passou, seu nome tá ná lista.

O meu nome tá na lista! Eu passei pra segunda fase da FUVEST. Na realidade 38.606 canditatos passaram. E desses, só uma Pétilin. Então continuo a me encarar como única concorrente.
E agora deixo o dia rolar nostálgico. Amanhã me desespero de novo querendo estudar...

domingo, 14 de dezembro de 2008

O desabafo e o desespero

Eu preciso falar com alguém, por favor. Alguém me responde. Onde estão as pessoas do mundo? Onde foi parar todo mundo que um dia tava do meu lado pra me ouvir? Eu preciso falar toda a verdade e tenho vergonha VERGONHA. Tenho vergonha de mim, do que eu sou, das mentiras que eu contei só pra me fortalecer. Não passei por cima de ninguém, isso eu nunca fui capaz de fazer. Incrível foi suportar fazerem isso comigo. Sempre vejo alguém pisando em mim, e eu apenas sorrio pra tornar tudo mais fácil. E não adianta virem me falar que eu tô me torturando. PORQUE SÓ EU SEI A VERDADE. Eu sei o peso que tá sendo guardar toda a verdade pra mim. POR QUE? POR QUE NINGUÉM ME PARECE EXTREMAMENTE CONFIÁVEL? O que aconteceu com o mundinho perfeito e aconchegante que tava ao meu redor? Onde foi parar minha base? Eu perdi. Me sinto perdida. Nunca a verdade pareceu tão difícil de ser encarada. Eu to no lugar errado, na hora errada, e com as pessoas erradas. Não aguento. Não aguento. NÃO AGUENTO! Eu imploro clemência. Eu imploro. Alguém por favor me faz falar a verdade. POR FAVOR.

Tô desesperada. escrevendo besteira. e muito mal
muito mal












muito mal