Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
Peso na consciência.
E acredite. Não é na minha.
Hoje falo como
Ashling, não
Pétilin. E não gosto da sonoridade que esses nomes têm quando juntos. Mas é assim que me sinto hoje. E como ela, tenho uma grande amiga
Clodagh ganhadora. (
O termo ganhadora é aqui empregado por uma analogia péssima que eu fiz. Mas não me atrevo a explicar.) Enfim... Venho também com todas as suas
paranóias e problemáticas. E espero que seja só hoje... Não sei o porquê. Mas foi nela que eu pensei. E pelo jeito que estou escrevendo sinto muita vergonha de explicar a minha relação com ela pra quem não leu o livro. (
Sushi: livro;
Ashling e
Clodagh: personagens...). Então sem explicar a ligação
direta, ou
indireta talvez, não sei, vou falar de outra coisa.
Música. Acho que nunca parei pra dissertar sobre a influência das músicas em mim. De verdade... Muitas músicas me levam pra longe. Me deixam num
extâse irremediável. No
exato momento estou ouvindo
FLAW. E pra quem não conhece. Recomendo sem nenhuma dúvida. É o tipo de banda que tem trilha sonora pra vários humores. Uma vez discuti com uma amiga sobre o que nos chama atenção numa música. Concluímos que gostamos de músicas fortes. Escolhemos o
adjetivo 'forte' por ter significados variados. Forte de pesada, de intensa, de profunda, de letras marcantes. Mas todas que te toquem de alguma maneira. Mais do que músicas com batidas monótonas, letras
clichês, arranjos não trabalhados. Eu por meu mal, reparo bem mais na batida, ela bem mais nos arranjos.
FLUXO DE
CONSCIÊNCIA: Por que
tô falando isso mesmo?
Me perdi nos pensamentos. Então paro de pensar...