É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso. Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Se eu pudesse me entender...
Só vou ter certeza, quando tudo acabar. Quando eu estiver sozinha. Mais sozinha do que eu me sinto agora. Não há certezas para nenhum lado que eu olhe. O mundo parece tão difícil de ser encarado. Eu só queria uma certeza. Uma. Eu fico perdida, vagando com o vazio que se instalou dentro de mim. Não sou triste. Mas me falta alguma coisa. Algum pedaço meu que eu perdi e nunca mais achei. E não achei ninguém que pudesse completá-lo. Se achei, não consigo pegar de volta pra mim. Minha incapacidade me revolta. Eu queria ser capaz de gritar. Mas ao invés disso permaneço calada e olhando. Já não admiro, apenas observo. Observo e não absorvo. Não há quem tenha mais paciência comigo, quem me aguente telefonar durante a madrugada, quem aguente ler os meus desabafos. Acho que ninguém me aguenta, porque nem eu faço isso. Me sinto presa ao estereótipo que eu criei de forte, inabalável e profunda. Da parte do profunda eu não nego. Guardo nos meus olhos os oceanos, e afogo qualquer um que tente nadar neles. Oceanos com tormentas e calmarias inexplicáveis. O céu se encobre inesperadamente, e da mesma forma o sol desponta no horizonte. Ouço o barulho do mar dentro de mim, as ondas quebrarem e o vento soprar no meu peito. Não há rochas, nem praias, nem veraneio. Mas tudo junto se une numa música inacabada.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Liberdade
Eu tinha mil coisas pra falar,
mas das palavras vinham só os pedaços...
am
do
med
rça
qrr
nmor
omodi
liberdad
mas das palavras vinham só os pedaços...
am
do
med
rça
qrr
nmor
omodi
liberdad
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Indelével e real
(É isso o que eu falo da minha força de vontade. Ela é indelével. Sua intensidade não é constante, "mesmo assim"...)
Certos dias eu luto contra o tempo, em outros tantos quero que ele passe por mim que nem vento. Essa história de Carpe Diem é muito utópica pra mim. Uma teoria louvável. Mas convenhamos, tem alguns dias que você simplesmente quer que acabe... Por sorte, não se trata de hoje. Eu quero que esse dia seja eterno. Não quero que chegue a noite, nem o dia seguinte. Por quê? Pelo puro e insustentável medo. Medo que me dá ânsia, que me detona o humor, que me faz carente, que me faz querer música. (Música minha válvula de escape tão indelével quanto minha força de vontade) Engraçado é ver que eu enfim aprendi a viver um dia de cada vez. Não me prender ao que o futuro pode ser ou ao que o ontem me causou. Não que isso seja muito Carpe Diem, porque a imagem que eu tenho disso é de intensidade.
Certos dias eu luto contra o tempo, em outros tantos quero que ele passe por mim que nem vento. Essa história de Carpe Diem é muito utópica pra mim. Uma teoria louvável. Mas convenhamos, tem alguns dias que você simplesmente quer que acabe... Por sorte, não se trata de hoje. Eu quero que esse dia seja eterno. Não quero que chegue a noite, nem o dia seguinte. Por quê? Pelo puro e insustentável medo. Medo que me dá ânsia, que me detona o humor, que me faz carente, que me faz querer música. (Música minha válvula de escape tão indelével quanto minha força de vontade) Engraçado é ver que eu enfim aprendi a viver um dia de cada vez. Não me prender ao que o futuro pode ser ou ao que o ontem me causou. Não que isso seja muito Carpe Diem, porque a imagem que eu tenho disso é de intensidade.
"Viver cada dia intensamente como se fosse o último."Não. Tem dias que o que eu menos quero é intensidade. Que tudo o que eu quero são "frutas, cores e amores". Aprendi que cada dia é um recomeço, uma nova chance. Mas que certos dias são feitos para apenas uma única e louvável chance. E que se agarrar à ela, não faz mal a ninguém... Na realidade, só percebi quanta coisa aprendi, porque estou aqui. Sentada. Me encarando em cada palavra. Apagando cada coisa que escrevi que seria bonito mas mentiroso. E faço do meu ponto final, a veracidade de tudo o que eu escrevi.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Os porquês
Não sei pelo o quê as pessoas vivem. Eu vivo para achar o porquê das coisas. O porquê de certas coisas acontecerem comigo e eu agir de determinada maneira. Hoje foi mais um daqueles dias em que uma coisa se tornou clara pra mim. Sou oito ou oitenta com coisas relacionadas a mim. E quando não sou eu que tenho o controle, fico realmente desorientada. Mas é o que dizem, no fim das contas é você contra você mesmo. E 'eu não vou renunciar a mim'. Então que eu venha, sozinha e desarmada, pra ver no que vai dar...
???????????????????
P
PÉ
PÉT
PÉTI
PÉTIL
PÉTILI
PÉTILIN
PÉTILI
PÉTIL
PÉTI
PÉT
PÉ
P
cicloviciosoorgasmáticosemiintolerávelóbvioirôniconãonecessário
PÉ
PÉT
PÉTI
PÉTIL
PÉTILI
PÉTILIN
PÉTILI
PÉTIL
PÉTI
PÉT
PÉ
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