O primeiro é um poema em que eu realmente descrevo a minha ânsia. Estava com MUITA dor de estômago, extrema ânsia de vômito, mas não conseguia vomitar. Daí veio o poema, assim mesmo, de uma coisa esdrúxula:
O mais legal é ler o comentário feito. Entendem essa minha surpresa com interpretações? Claro que à dor de estômago, inseri umas revoltas amorosas (por assim dizer). Revoltas estas não tão revoltadas na verdade. Mas momentaneamente necessárias.
Outro poema é um que faço umas associações quase malucas, como "a raiz que desprende buscando outras terras". Tipo, ham??? Só tava falando de um cara que se formou, e que ia mudar de cidade depois disso:
E ainda comecei falando de crise existencial, e do nada falo do céu como "a formosa imensidão azul". Vai entender...
Enfim! Não menosprezo meus poemas, só acho cômico (exatamente isso: cômico), essa coisa de interpretação de poesias. Na maioria das vezes são todas erradas...
Já pensou nisso?