terça-feira, 30 de setembro de 2008

So lets face it!

ÉÉÉ! Eu AMO quando coisas do tipo que aconteceram comigo hoje, ham, acontecem! Esse tipo de coisa que corrobora todo o meu pensamento, mas que nega todas as minhas expectativas negativas. Vou explicar, (sei lá pra quem, já que acho que ninguém mais lê essas baboseiras...). Eu comecei a fazer um curso de desenho para a prova de habilidades específicas da FAU - USP. Então paguei o mês, e a mulher foi fazer o contrato. Daí tá, fui pra aula. E no meio da aula ela me chamou. E foi explicar o contrato... Ela falou que eu tinha um mês pra desistir do curso, mas passado esse um mês, se eu parasse teria que pagar 30% sobre o valor total que restaria a pagar. Sendo este um contrato de UM ANO. Eu fiquei muito brava, porque ela só me falou depois. E eu expliquei pra ela que pretendia fazer apenas três meses de curso. Já que depois de fevereiro de nada me valerão essas aulas. A prova já terá passado quando as aulas voltarem. No caso acabam em dezembro e voltam em fevereiro. E eu perguntei se não teria como fazer apenas três meses, ela falou que iria falar com a diretora, e que me ligaria no dia seguinte. Já saí muito desanimada. Pensando que faria apenas um mês de curso, porque meu pai não pagaria mais dois, pra depois ter que pagar os 30% por nada, e que seria péssimo, e já comecei a pensar de novo que não vou passar, e toda aquela velha história de vestibulanda com ataque de nervos. Então hoje, ela me liga, pra contar o que resolveu com a diretora. E EU VOU PODER FAZER TRÊS MESES! Quando ela começou a falar que era só eu levar o contrato de um ano pra ela rasgar, que tava tudo certo, eu não sabia o que falar. Eu fiquei muito feliz, MUITO FELIZ. ÉÉÉ, LUZ NO FIM DO TÚNEL!!! T62 ASSIM SEJA!

Luz, câmera, AÇÃO! [1]


Antes que eu tenha a chance de mentir

Para evitar qualquer revolta minha comigo mesmo, vou tentar fazer deste post o mais confuso. Para que talvez eu não entenda depois, e pense que fora apenas um lapso aleatório de coisa nenhuma. Certas coisas andam perdendo a graça muito rápido. Em menos de cinco minutos toda a minha expectativa em relação à algo, acaba. Assim mesmo, simplesmente acaba. Acho que ando levando o sentido de "vida fugaz" muito ao pé da letra. As coisas estão muito voláteis isso sim. Uma hora as tenho, e no instante seguinte, não tenho mais. E deixo de ter por vontade própria. Tenho quase certeza que não passa de medo. Medo de quê? É a pergunta que me faço o tempo todo. Outra quase certeza é que seja medo de me sentir presa. Então me faço livre, livre para poder ser o que eu quiser, achando de maneira muito egoísta que ninguém é capaz de me deixar ser assim. Mas sinceramente, até agora ninguém me provou ser mesmo capaz de me fazer sentir essa liberdade que tanto anseio. Tudo me parece errado e confuso. As pessoas falam e fazem coisas muito sem sentido, sem graça, sem, sem, sem e ponto. Acho que procuro pessoas perfeitas, quando nem eu sou assim. Apesar de achar um saco em certas coisas perfeitas, talvez seja isso mesmo que eu esteja procurando. Acho que pela primeira vez vim postar sem saber o que estou pensando ao certo, e sem ter uma opinião pré-formada. Vim falar sobre nada, então acabo de falar do nada também.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Click! [7]

Show da Relvis!

Para não dizer que não falei das flores

Achei poético esse título. E a música serve de trilha sonora para esse post. Tenho quase certeza que ela será perfeita. Não por ser antiga nem nada, mas por ser profunda. E ela me dá a vontade de sair gritando pelo mundo pra ver o que dá pra fazer com a voz. Pra ver se ela muda o mundo. Pra ver se eu mudo o meu mundo. A minha parte dentro de mim. Não vejo a hora de digitar esses textos longe de casa. De ter que falar: Ah, no fim de semana eu desço pra Santos... Não me vejo mais aqui. Não sou daqui. Só não sei ao certo da onde eu sou. Mas sei que assim como Alice, eu vou descobrir. É, eu sempre acho alguma pessoa fictícia para me basear. São Quillys, Alices, Camilas e Polianas... E delas saem a Pétilin. Ou já existe essa Pétilin, que vem aparecer depois de muito errar, e ouvir, e ver, e cantar, e viver...

Vem vamos embora,
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora,
não espera acontecer!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Tiriuiri

Meus títulos são muito inúteis... (Shit!) Preciso começar a dar um jeito nisso. Tá, não nesse exato momento. Agora vim só reclamar, como sempre, dessa rotininha infernal de: cursinho, estudo, prova, stress, e outras baboseiras mais. Se eu fico em casa, não estudo. Faço tudo, mas não estudo. Durmo, toco violão, invento o que fazer no computador, toco teclado, arrumo até o quarto. Mas não estudo. E não aguento mais o cursinho. E não aguento mais estudar. E não aguento mais ouvir: VESTIBULAR. E agora eu quero rimar. E fico pensando no que termina com AR. É chato, mas vão ter que aguentar. Sou idiota, e ai de quem reclamar. O blog é meu, falo por falar, penso por pensar, e paro o post por parar.

Every little thing

"Don't worry,
'cause every little thing
is gonna be alright"
(Desculpa, estava na cabeça...)

Enfim, poema...



Recado para as belas

Eu entendi a sensação; eu senti.
É desesperadora. E muito.
Você se sente sufocada, agoniada.
Parece que grita e chora,
e isso só faz aumentar.
Não é dor, mas é um sofrimento,
que te prende e segura com uma força
inimaginável.
E outros corpos te prendem,
proferindo palavras,
lançando olhares, e você vira nada.
Um nada que vê tudo embaçado.
Menos lápis, papel e idéias.
Você sente a toda hora
vontade de estar em qualquer lugar,
menos ali.